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O cotidiano jurídico com muito bom humor

Por Paulo Gustavo Sampaio Andrade, advogado.

Lincoln e a ética

05/02/2008 às 21h28min Paulo Gustavofrases

Abraham Lincoln, presidente dos Estados Unidos, era advogado.

Nos seus tempos de advocacia, jamais aceitou uma causa em que tivesse de mentir com inteiro conhecimento disso, pois – dizia – o júri descobriria tudo pela cara dele e o cliente perderia a questão.

Certa feita, recusou tomar conta do caso de certo indivíduo, ao descobrir que aquilo seria a ruína de uma viúva com seis filhos. O caso referia-se a seiscentos dólares. Em sua carta ao cliente recusado, Lincoln dizia:

“Não ficaremos com o seu caso, embora pudéssemos, sem dúvida alguma, ganhá-lo para o senhor. Há coisas que são legalmente certas mas moralmente erradas. Vamos dar-lhe, entretanto, um bom conselho, gratuito: um homem vivo, capaz e enérgico como o senhor, deveria tentar obter seiscentos dólares de alguma outra maneira”.

(Fonte: Grandes Anedotas da História, Nair Lacerda)

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