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O cotidiano jurídico com muito bom humor

Por Paulo Gustavo Sampaio Andrade, advogado.

Eles, os juízes…

06/02/2008 às 12h16min Paulo Gustavofrases

  • “Juízes, não sois máquinas! Homens é o que sois!”
    (Charles Chaplin, em “O Último Discurso”)
  • “O magistrado, como a mulher de César, nunca deve ser suspeito.”
    (Andreoli)
  • “Mais vale um juiz bom e prudente que uma lei boa. Com um juiz mau e injusto, uma lei boa de nada serve, porque ele a verga e a torna injusta a seu modo.”
    (Código Geral da Suécia, 1734)
  • “Eu não recearia muito as más leis se elas fossem aplicadas por bons juízes. Não há texto de lei que não deixe campo à interpretação. A lei é morta. O magistrado vivo. É uma grande vantagem que ele tem sobre ela.”
    (Anatole France)
  • “O juiz não é nomeado para fazer favores com a Justiça, mas para julgar segundo as leis.”
    (Platão)
  • “Nem sempre a toga da justiça pode servir de barreira às investidas da força. O problema não é, então, o de saber quis custodiet custodem. Não falta quem guarde o guardião. Sucede, porém, que, na hora decisiva, os encarregados de guardar os guardiães, quando não adormeceram no seu posto, quase sempre já se acham de mãos atadas”
    (Nélson de Souza Sampaio, em “O poder de reforma”)
  • “Quando a Justiça quer,
    os cestos sobem os rios,
    os peixes cantam nas árvores e
    os pássaros fazem ninho no fundo do mar…”
    (Humberto de Campos, em À Sombra das Tamareiras”)
  • “Medo, venalidade, paixão partidária, respeito pessoal, subserviência, espírito conservador, interpretação restritiva, razão de estado, interesse supremo, como quer te chames, prevaricação judiciária, não escaparás ao ferrete de Pilatos! O bom ladrão salvou-se. Mas não há salvação para o juiz cobarde.”
    (Ruy Barbosa)
  • “Conheci um químico que, quando no seu laboratório destilava venenos, acordava as noites em sobressalto, recordando com pavor que um miligrama daquela substância bastava para matar um homem. Como poderá dormir tranqüilamente o juiz que sabe possuir, num alambique secreto, aquele tóxico sutil que se chama injustiça e do qual uma ligeira fuga pode bastar, não só para tirar a vida mas, o que é mais horrível, para dar a uma vida inteira indelével sabor amargo, que doçura alguma jamais poderá consolar?”
    (Piero Calamandrei)

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