Erratas erradas
06/02/2008 às 18h54min | Paulo Gustavo | delegacias
Um escrivão do interior do Paraná lavrou um auto de prisão em flagrante, começando mais ou menos assim:
“Alto de prisão em fragrante n. …”
No meio, catadupas de erros de português.
No fecho, o auge:
“… e para constar, eu (fulano), escrivão, lavrei o presente auto, digo, alto …”
Conta-se que, certa feita, um sujeito, chamado Diogo, foi levado para a delegacia e, ao ser lavrado o termo de ocorrência, o escrivão se enganou, escrevendo “Digo”, em vez de “Diogo”.Como de praxe, usou a palavra do verbo dizer na primeira pessoa, ou seja, “digo”, para indicar o erro. O resultado ficou assim:
“… Digo, digo, Diogo …”

O “causo” na versão que conheço é que o escrivão informou : “onde digo digo, não digo digo ; digo DIOGO. Saudações Geraldo
Geraldo, conheço as duas versões. Publiquei a mais provável, mas não é impossível que o escrivão tenha se estendido mais, da forma que você falou.
Se alguém conhecer mais detalhes do caso, por favor, faça um comentário aqui.