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O cotidiano jurídico com muito bom humor

Por Paulo Gustavo Sampaio Andrade, advogado.

Procuração em causa própria

07/02/2008 às 22h09min Paulo Gustavoadvogados

Dizem que o pior cliente que um advogado pode ter é ele mesmo.

Num caso desses, o causídico apresentou contestação em causa própria.

Juntou a procuração dele para ele mesmo e, na petição, justificou:

“Assim procede para que, em verdade, cumpra-se aquilo que expresso do viés processual civil, id est: para que atenda-se, in totum, a exigência contida no art. 39, I, ut infra.

Inserta, cônsono exigível, a respectiva guia TCEC… não fazendo qualquer sentido recolher-se a taxa alusiva a uma procuração que não se deveria juntar… advogando em causa própria, o advogado/cliente não precisa juntar a respectiva procuração, mas precisa recolher a taxa alusiva a esta, e, para que as coisas se encaixem, adrede, estamos juntando ambas.”

(Colaboração de Silvio Carlos Ribeiro)

Este artigo já recebeu 1 Comentário

  1. O QUE É ISSO.

    COMO PODE UM ADVOGADO COMETER UM ERRO DESTE?

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