Inquérito policial à francesa
10/02/2008 às 18h06min | Paulo Gustavo | delegacias
Frases extraídas de boletins de ocorrência e relatórios da Polícia da França:
- “Pudemos constatar que nada consta.”
- “Suas explicações estavam tão confusas que tivemos que soltá-lo por falta de provas que nos fizessem entender suas explicações.”
- “O indivíduo, que era tão surdo quanto sua esposa, parecia não se entender muito bem com ela.”
- “O elemento, negando toda culpa, foi preso. O suspeito então decidiu fazer uma confissão completa para nos provar que ele não tinha nada a ver neste caso.”
- “O homem declarou que efetivamente bateu seu adversário com a manivela mas tomando todo o cuidado de não machucá-lo.”
- “O elemento tentou esconder a arma na sua bota, mas por infelicidade dele, tratava-se de uma espingarda cujo tamanho ultrapassava.”
- “O buraco da bala era tão grande que pudemos enfiar dois dedos.”
- “O indivíduo insistiu em nos apresentar seu prejuízo, que de fato não media mais do que dez centímetros.”
- “Se a chamada não teve resposta, é que ela foi feita na sexta-feira de manhã, quando o investigador de plantão tinha acabado de deitar-se como faz todos os dias à mesma hora.”
- “Preso pelos policiais, o ladrão os ameaçou de chamar a polícia.”
- “É de se observar que os dois veículos colidiram um com o outro exatamente no mesmo dia.”
- “Apesar do teor alcoólico de 3,8, o motorista havia mantido toda sua lucidez ao atropelar o animal.”
- “O cadáver não parecia de posse de todas suas faculdades.”
- “Um violento golpe de martelo o havia mantido pregado na cama por dois dias.”
- “O enforcado morreu por afogamento.”
- “Como ele devia ser internado o mais rapidamente possível num asilo de loucos, ele foi levado à delegacia.”
(Fonte: Roger Chadel)
