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O cotidiano jurídico com muito bom humor

Por Paulo Gustavo Sampaio Andrade, advogado.

Nem tão doido assim

07/03/2008 às 12h58min Paulo Gustavopartes

Conta-se que, na comarca de Miguel Alves (PI), um juiz costumava, durante a audiência, avaliar cuidadosamente o comportamento dos requerentes de benefício previdenciário por doença mental.

Sabendo disso, um postulante, após sentar-se na sala de audiência, tirou o sapato e começou a mordê-lo.

O juiz, observando aquilo, pediu o sapato emprestado, saiu da sala e voltou com o calçado coberto de excremento bovino, ainda fresquinho.

Ao devolvê-lo à parte, esta se recusou a continuar mordendo o sapato. Resultado: seu pedido foi julgado improcedente.

(Colaboração de Paulo Hiram Studart Gurgel Mendes, de Fortaleza/CE)

Este artigo já recebeu 4 Comentários

  1. Inteligentíssimo este Magistrado.

  2. Eu não teria feito melhor!

  3. Perspicaz o Magistrado. Muito legal!!!

  4. Que justiça é essa? A avaliação do estado mental há que ser apurada por técnicos, psiquiatra ou psicólogo, para formar a convicção do Juiz. Há loucos de toda ordem ou grau. O fato demonstra que o Autor é um fraudador ou um doente. Maluco não come merda, Excelêcia.

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