Nem tão doido assim
07/03/2008 às 12h58min | Paulo Gustavo | partes
Conta-se que, na comarca de Miguel Alves (PI), um juiz costumava, durante a audiência, avaliar cuidadosamente o comportamento dos requerentes de benefício previdenciário por doença mental.
Sabendo disso, um postulante, após sentar-se na sala de audiência, tirou o sapato e começou a mordê-lo.
O juiz, observando aquilo, pediu o sapato emprestado, saiu da sala e voltou com o calçado coberto de excremento bovino, ainda fresquinho.
Ao devolvê-lo à parte, esta se recusou a continuar mordendo o sapato. Resultado: seu pedido foi julgado improcedente.
(Colaboração de Paulo Hiram Studart Gurgel Mendes, de Fortaleza/CE)

Inteligentíssimo este Magistrado.
Eu não teria feito melhor!
Perspicaz o Magistrado. Muito legal!!!
Que justiça é essa? A avaliação do estado mental há que ser apurada por técnicos, psiquiatra ou psicólogo, para formar a convicção do Juiz. Há loucos de toda ordem ou grau. O fato demonstra que o Autor é um fraudador ou um doente. Maluco não come merda, Excelêcia.