O Pinto do marido
10/03/2008 às 15h53min | Paulo Gustavo | juízes
Em Limeira (SP), na década de 60, um casal requereu a retificação de seu registro de casamento, para que fosse adicionado o sobrenome do marido (Pinto) ao nome da esposa.
A sentença, prolatada pelo então Juiz de Direito da Comarca, Dr. F. I. Q. B., terminava assim:
“Isto posto, defiro o pedido inicial e determino ao sr. escrivão que insira o Pinto no assento da requerente, já que seu marido não o fez em tempo hábil.
Publique-se, Registre-se, Intimem-se e Cumpra-se.”
Consta que a sentença foi inteiramente redigida com termos de duplo sentido.
Se alguém puder nos informar mais detalhes ou mesmo tiver uma cópia, por favor, escreva para o blog.
(Colaboração de Carlos Alberto Matos)

O idioma português é dual, como tudo na vida. Agora, como bem diz o colaborador Carlos Alberto Matos, seria interessante conhecermos o inteiro teor do “decisum”.
O C. DO JUIZ DE DIREITO.
Em uma audiência de Justificação Judicial rural, o Juiz da mesma, interrogando a autora com respeito ao seu tempo de serviço rural, constatou que atraves de diversas perguntas que a mesma, segundo seu convecimento não faria juz a tal justificação, uma vez que dificil nestes casos a sentença favorável em virtude da prova material (existem causas possíveis através de documentos e fotografias) mas neste caso não foi possível, então o Juiz muito educado e sensível, informou a interrogada que tal decisão favorável não seria possível por ela não ter provado ter trabalhado na roça ou na area rural. Muito pensativa e ingenua a interrogada, colocou a mão no queixo, já bem afinado ao lado direito pelo cachimbo que pitava constantemente e disse para o merítísssimo, num trabalhei na roça, num trabalhei na roça, SEU C. que eu num trabalhei na roça. Oportunidade em que o MM. Juiz e seu Escrivão adentram na sala do juiz colada ao da audiência e morreram de rir da situação naquele momento.
No mínimo, bizarro, mas muito engraçado. Tive cãibras de tanto rir.