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	<title>Comentários sobre: O Pinto do marido</title>
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	<description>O cotidiano jurídico com muito bom humor</description>
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		<title>Por: Mírian</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/03/10/o-pinto-do-marido/comment-page-1/#comment-2739</link>
		<dc:creator>Mírian</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 21:20:45 +0000</pubDate>
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		<description>No mínimo, bizarro, mas muito engraçado. Tive cãibras de tanto rir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No mínimo, bizarro, mas muito engraçado. Tive cãibras de tanto rir.</p>
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		<title>Por: joão miguel araujo dos santos</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/03/10/o-pinto-do-marido/comment-page-1/#comment-1042</link>
		<dc:creator>joão miguel araujo dos santos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 01:55:06 +0000</pubDate>
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		<description>O C. DO JUIZ DE DIREITO.

Em uma audiência de Justificação Judicial rural, o Juiz da mesma, interrogando a autora com respeito ao seu tempo de serviço rural, constatou que atraves de diversas perguntas que a mesma, segundo seu convecimento não faria juz a tal justificação, uma vez que dificil nestes casos a sentença favorável em virtude da prova material (existem causas possíveis através de documentos e fotografias) mas neste caso não foi possível, então o Juiz muito educado e sensível, informou a interrogada que tal decisão favorável não seria possível por ela não ter provado ter trabalhado na roça ou na area rural. Muito pensativa e ingenua a interrogada, colocou a mão no queixo, já bem afinado ao lado direito pelo cachimbo que pitava constantemente e disse para o merítísssimo, num trabalhei na roça, num trabalhei na roça, SEU C. que eu num trabalhei na roça. Oportunidade em que o MM. Juiz e seu Escrivão adentram na sala do juiz colada ao da audiência e morreram de rir da situação naquele momento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O C. DO JUIZ DE DIREITO.</p>
<p>Em uma audiência de Justificação Judicial rural, o Juiz da mesma, interrogando a autora com respeito ao seu tempo de serviço rural, constatou que atraves de diversas perguntas que a mesma, segundo seu convecimento não faria juz a tal justificação, uma vez que dificil nestes casos a sentença favorável em virtude da prova material (existem causas possíveis através de documentos e fotografias) mas neste caso não foi possível, então o Juiz muito educado e sensível, informou a interrogada que tal decisão favorável não seria possível por ela não ter provado ter trabalhado na roça ou na area rural. Muito pensativa e ingenua a interrogada, colocou a mão no queixo, já bem afinado ao lado direito pelo cachimbo que pitava constantemente e disse para o merítísssimo, num trabalhei na roça, num trabalhei na roça, SEU C. que eu num trabalhei na roça. Oportunidade em que o MM. Juiz e seu Escrivão adentram na sala do juiz colada ao da audiência e morreram de rir da situação naquele momento.</p>
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		<title>Por: Luís da Velosa</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/03/10/o-pinto-do-marido/comment-page-1/#comment-1041</link>
		<dc:creator>Luís da Velosa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 00:59:14 +0000</pubDate>
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		<description>O idioma português é dual, como tudo na vida. Agora, como bem diz o colaborador Carlos Alberto Matos, seria interessante conhecermos o inteiro teor do &quot;decisum&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O idioma português é dual, como tudo na vida. Agora, como bem diz o colaborador Carlos Alberto Matos, seria interessante conhecermos o inteiro teor do &#8220;decisum&#8221;.</p>
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