O garçom oficial
12/03/2008 às 9h59min | Paulo Gustavo | oficiais de justiça
Há muitos anos, na comarca de Nepomuceno (MG), realizava-se a oitiva de testemunhas durante uma sessão do tribunal do júri.
A certa altura, o juiz solicitou ao oficial de Justiça que trouxesse ao salão do júri um senhor que seria o próximo a testemunhar, indicando-o apenas pelo sobrenome, por se tratar de pessoa conhecida na cidade.
O meirinho retirou-se do recinto e demorou muito para retornar.
O juiz já estava impaciente quando o oficial adentrou no tribunal com uma bandeja repleta de salgadinhos, pedindo desculpas pela demora.
Ninguém entendeu nada. Estupefato, o juiz se dirigiu ao oficial:
– Não vamos fazer o lanche agora… Onde está a testemunha?
Este respondeu, estranhando a surpresa do público:
– O senhor não me pediu para buscar o salgado?
Salgado era o sobrenome da testemunha.
(Com colaboração de Emerson Jader Freitas e Andrade, de Nepomuceno/MG)

A explicação é simples: o meirinho não é da cidade!
Logo, não o conhecia.