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O cotidiano jurídico com muito bom humor

Por Paulo Gustavo Sampaio Andrade, advogado.

Provocação do juízo

18/03/2008 às 9h22min Paulo Gustavoadvogados

Trecho de apelação numa ação de prestação de contas:

“Ao proferir a sentença extintiva do processo sem a apreciação do mérito, nos termos do artigo 267, VI, do CPC, o douto julgador o fez buscando eximir-se de apreciar os volumosos documentos existentes nos autos.”

Em bom português, chamou o juiz de preguiçoso, com a sutileza de uma jamanta.

(Com colaboração de Takayoshi Katagiri, de Cuiabá/MT)

Este artigo já recebeu 4 Comentários

  1. FALANDO EM PORTUGUÊS, lembrei-me de um fato contado na cidade em que moro. O advogado protocolou uma petição na justiça comum. Até aí tudo normal. Ocorre que, quando o Merítissimo juiz recebeu os autos, verificou que o advogado havia escrevido: “Esse Lentíssimo Sr. Dr. Juiz de Direito da Comarca…” Momento em que o magistrado saiu corredores afora do forum e em alto e bom tom disse: “As faculdades de direito tem que exigir mais dos acadêmicos de direito. Imaginem um erro grosseiro desses, colocar Excelentíssimo com dois “ss” e separado ainda. Um dos advogados presentes, ao verificar a petição, saiu em defesa do colega. – Dr. o português mesmo, acho que o nobre colega não se equivocou, pois, como se vê, ele deve estar fazendo uma crítica ao poder judiciário e ao juiz, pois afirma “esse lentíssimo juiz”, pela morosidade da justiça brasileira.

  2. Puxa, doutores, vcs acham cada “causo” por aí… rs

  3. Eu já ouvi de uma advogada que bem fungível era aquele que se deteriorava… acho que a doutora abriu a santa boca para dizer isso uma vez que considerou que fungível, fungo, fungar e fungicida pertenciam a uma mesma família!!! Isso eu presenciei e fiquei boquiaberta… Até hoje quando lembro, penso “Meu Deus! Como?”

  4. “verificou que o advogado havia escrevido: …”

    Escrevido?
    Só faltou o escrivinhado!!!

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