O rábula
27/03/2008 às 12h38min | Paulo Gustavo | crônicas e poesias
Por Glauber Moreno Talavera, especialista em Direito das Relações de Consumo, mestre em Direito Civil pela PUC/SP, advogado em São Paulo.
No contexto interiorano de nosso país, entendia-se por rábula aquele que advogava sem diploma. Entrementes, na atualidade, o rábula é o causídico que, em que pese seja diplomado, tem intimidade com a prática rotineira da chicana em questões judiciais.
Afora o padrão de excelência da advocacia levada a efeito pelo advogado, outros fatores credenciam o estereótipo dos patronos judiciais. Advogados trabalhistas com seus ternos xadrezes, os tributaristas com seus azul-marinhos e os criminalistas com ternos escuros e camisas escuras com gravatas contrastantes, no mais das vezes vermelhas ou roxas.
Nesse desfile de estereótipos, mediante apreciação do contexto da justiça, é possível cogitarmos de um delineador da indumentária e dos hábitos mais afamados do rábula contemporâneo.
O enorme anel de formatura com uma descomunal pedra vermelha cintilante é lugar comum entre os rábulas conservadores que ensejam dar publicidade às suas prerrogativas profissionais. O uso do broche da OAB em ocasiões que jamais reclamariam sua utilização, como em casamentos, festas de aniversário e até em visitas à casa de parentes, denota, também, a predileção do rábula pelo efeito publicístico e pretensa exaltação de seu intelecto que sua identificação pode causar em um País que já foi afamado como a República dos Bacharéis.
As gravatas, ora as gravatas. Estas têm o condão de desmistificar qualquer tentativa de o rábula passar desapercebido. Gravatas inspiradas em Walt Disney, gravatas com emblemas futebolísticos, gravatas com motivos florais, gravatas de crochê – todas essas, invariavelmente, trazem atrás de si um rábula.
Todavia, não é apenas a indumentária que traz peculiaridades que permitem identificar este causídico menos enobrecido. Algumas práticas sedimentadas no comportamento diuturno dessa espécime, comportamentos dignos do designativo “rabulares”, merecem análise mais minudenciada.
O recorrente auxílio dos serviços de paqueiros, para a distribuição massiva de cartões de apresentação em pontos de grande movimentação nas grandes cidades, é recurso obrigatório nos meios rabulares para angariar clientes incautos. Não satisfeitos com a potencialidade de sua publicidade, os eméritos rábulas valem-se de outdoors humanos que, como salsicha espremida no meio de um pão, desfilam com enormes placas dependuradas, nas quais pode-se verificar toda sorte de inscrições: “Foi multado? Não Pague! Dr. Fulano de tal é a solução”, “Limpe seu nome em 02 dias – Dr. Beltrano. Atende até às 10 da noite”, “Foi demitido? Ponha no Pau! – Dr. Sicrano”, e outras tantas quantas a desditosa imaginação rabular possa imaginar como hábeis ao fomento de suas atividades.
Outra característica do rábula é a tentativa de mostrar-se como alguém importante e extremamente solicitado por força de suas qualificações profissionais. Recordo que, quando criança, costumava ir junto com meu pai a um notável rábula que velava pelos interesses da família. Durante as consultas, que duravam em média 20 ou 30 minutos, a secretária lhe passava nada menos que umas 20 ligações, todas urgentes e que reclamavam toda a sua experiência como causídico renomado da Região do Grande ABC Paulista. Nessas “importantes” ligações, ele sempre mostrava-se autoritário com seus interlocutores. Até hoje, lembro de uma frase que era, invariavelmente, usada por aquele saudoso rábula, que ritmadamente batia o indicador da mão direita sobre a mesa e afirmava ao telefone: “Se não fizer como eu estou mandando, eu mando fechar o Cartório na próxima meia hora.” Ao depois, lamentavelmente e por via reflexa, aquele “baluarte” do Direito fora desmascarado, quando um amigo de meu pai, que também era habitué do seu escritório, compareceu para ser atendido logo após o meu velho. Lembro como era cômico ele contar que o telefone das secretárias não houvera tocado uma vez sequer e, quando indagadas sobre o porquê do eminente patrono receber tantas ligações importantes durante as consultas, elas entregaram: “O Dr. Fulano exige que nós liguemos para ele a cada cinco minutos para que os clientes vejam o quanto ele é importante”. E arremataram: “Se não ligarmos, ele fica furioso.”
Destaca-se, também, nessa esteira de vaidade do rábula, a publicidade de que todas as suas iniciativas são pautadas pela opção, jamais pela necessidade. Quando começa a incorporar serviços de cópias, plastificação, encadernação e outros de papelaria, sem prejuízo dos típicos de bazar, além da digitação de curriculum vitae, o rábula simplesmente declara que está ampliando o seu escritório. Ainda, nesse mister, tem-se o rábula que, quando não está logrando êxito como profissional liberal, presta concurso para oficial de justiça e, quando chamado pejorativamente de “meirinho”, dá carteiradas indiscriminadamente, invocando sua condição de advogado.
Nos aspectos técnicos que permeiam a conduta profissional, rábulas e advogados divergem imensamente nos caminhos palmilhados. Na militância cotidiana do advogado, o princípio da legalidade é o que sedimenta sua conduta profissional; porém, ao revés, o rábula tem seu exercício profissional pautado, providencialmente, por princípios que retratam sua inconteste atecnia como operador do Direito. Princípios como o da fungibilidade dos recursos ou mesmo a parêmia dabi factum dabo tibi ius são instrumentalizados sobremaneira por estes supostos jurisperitos, que, agindo dessa forma, legitimam os seus erros descomedidos e, por que não dizer, indecorosos.
Diante dessas breves considerações que caricatamente ousamos levar a cabo, sem prejuízo de outras muitas características que a brevidade reclamada por este texto não nos permite colacionar e, também, permissa venia, sem querer imprimir efeito preconceituoso, discriminatório ou mesmo deletério aos profissionais, visamos enaltecer a ética no âmbito do Estatuto do Advogado e, sobretudo, a digna atitude da OAB que, por meio de seu Conselho Federal, tem, a todo custo, tentado extirpar a prática de condutas incompatíveis com a altivez e o respeito que o exercício de tão nobre profissão, legitimada pela Constituição Federal, reclama. Salve, colegas advogados!

Achei muito interessante o texto, realmente cômico, principalmente quanto a “ampliação do escritório”.
Mas confesso ter ficado um pocuco nervosa. Sou iniciante, e as vezes me sinto às cegas. A coisas que deveria saber, já que cursei 5 anos de faculdade. Mas não sei.
É desse despreparo que originam-se os rábulas, do medo de dizer que não sabem, e do compromisso com os que esperam sempre o máximo deles.
Relutei em advogar por mais de um ano, mesmo após aprovação na OAB, que, em se tratando dos dias atuais, tive relativa facilidade para conseguir.
Só tomei coragem com o apoio de outro colega mais experiente, mas ainda estou assustada, não quero ser motivo de piada no meio forense.
Sou academico de direito,da UNISC,Santa Cruz do Sul, RS.Faço direito porque me é prazeroso, para incentivo à meus filhos e satisfação pessoal, pois jà sou aposentado. Fiquei feliz ao ler o seu texto, pois demonstra ai a personalidade que muitos ainda fazem questão de demonstrar, mesmo nos dias atuais. Mas acho, ser isso inerente ao ser humano,sempre com impáfia mesmo se vira-lo de pernas para baixo, e de seu bolso não cair nenhum.Obrigado pela oportunidade de poder ler seus escritos.
Engraçado, porém fico mais feliz quando nossa carreira é exaltada pelos clientes ou por pessoas de fora da profissão. É necessário que o profissional tenha orgulho de sua classe, porém acho dispensável que esses mesmos acabem, quase por obrigação, externando o valor da advocacia. Me dá a impressão que temos que provar à sociedade que somos importantes.
Percebo que os rábulas se espelham (e copiam) os advogados. Estes próprios são soberbos. Pra quê?
Deve ser para mostrar aos clientes e colegas seus status.
Advogado = rábula
Acho muito engraçados alguns comentários acerca da advocacia, de um modo geral.
Alguns, reclamam da soberba dos causídicos, outros rechaçam os advogados por sua ignorância (o que, infelizmente, em grande parte é verdade).
Muito se fala do exame de ordem e de sua importância para a advocacia, e, por conseguinte, para a sociedade.
Há, ainda, aqueles que, sendo estagiários, advogados, ou estando no meio jurídico de alguma forma, ainda fazem questão de mostrar à sociedade (que, de alguma forma os remunera) o quão incompetentes podem ser.
Engraçado é que ninguém (com suas mentes brilhantes) notou que hoje, se houvesse um exame nacional de medicina, ou de engenharia, por exemplo, ninguém mais se daria ao luxo de pagar uma consulta de R$ 120,00 ao médico sem achar um absurdo! Ou dormir tranquilo sob qualquer teto.
Devemos parar de achar que o advogado deve levar a culpa em todos os momentos.
A sociedade é iletrada e corrompida: culpa também dos educadores, que não têm um exame para habilitação da profissão.
Culpa do governo, que admite no legislativo, e pelo legislativo, pessoas estúpidas, ignorantes e que não tem capacidade nenhuma para ocupar o lugar que assentam.
Achei deselegante o comentário do Avogado acima, uma vez que o Dr. Evaristo de Moraes, o maior advogado criminal do Brasil, até o discurso por ocasião de sua formatura era um rábula.
EXCELENTE!
Conheço muitos com as mesmas carateristicas.
Olá!
Sou professor. Em meus tempos de vestibular poderia ter entrado para a faculdade de direito. Não quis. Tudo porque, apesar de atraente, a carreira de advogado, no Brasil, perdeu o respeito e a credibilidade da população. Associam o advogado com “ladrão diplomado”. Fora o antigo jargão brasileiro: “república dos bacharéis”. Depois de cursar 3 faculdades e de conhecer bem “meus direitos”, descobri que para se conhecer “direito” e o fazer valer, desnecessário se faz o diploma acadêmico de direito. Coneço direito tanto quanto um advogado e devo ser o que chamam de “autodidata”, já que o rábula aufere lucros exercendo tal profissão. Não nos esqueçamos que um dos maiores causídicos do Brasil foi um “rábula” até os 45 anos de idade.
A propósito, sou Professor de História com especialização em Direito Educacional.
O que se tem que levar em consideração no advogado é seu caráter, sua formação e sua credibilidade. Quanto à mim decidi seguir o magistério, pois no começo de todos os profissionais existe um professor. Até mesmo para ser um advogado.
Meu caro amigo Valdeci, não menospreze a classe dos advogados, não fique chateado ou frustrado por não ter feito uma faculdade de direito, pois são anos e anos de dedicação, luta e aprendizado constante. Vc não conhece e nunca terá o conhecimento jurídico como pensa. Vc tem um conhecimento jurídico básico do que vc lê nos jornais e televisão. Lembre-se cada macaco em seu galho ou vc também acha que com 6 meses de estudo sobre a história do Brasil e do mundo terei o conhecimento de um professor de história. Ademais, a classe não perdeu o respeito e a crediblidade do povo, somente pessoas incautas compartilham do seu pensamento tacanho. Assim como existem maus advogados , também existem péssimos médicos, engenheiros, dentistas e professores de história e que também ganham o seu valoroso dinheiro, “enganando”, como vc deu a entender sobre advogados, os outros. Exercer a advocacia hj em dia é infelizmente as pessoas acharem que o adovgado não come, não sustenta a família, precisa ter conhecimento de tudo, não especificamente sobre uma determinada especialidade como acontence com os médicos
.
Querido Paulo! Saudações.
Sinto muito tê-lo ofendido, não era minha real intenção. Pelo jeito, vc parece ser advogado, e dos ruins, pois fala em comer, sustento de família e coisa e tal… Claro que todo advogado precisa comer e se tem família sustentá-la. O que acontece hoje em dia, é que os advogados comem a comida deles e a dos outros também, utilizando de falácias e falcatruas em nome da lei. Realmente leio muito: jornais,revistas, livros e besteiras como a que vc escreveu. Fazer o que, isso não paga imposto!(rsrsrs). Para se conhecer leis e história, como português e ou inglês desnecessário se faz frequentar academias. O jargão “cada macaco no seu galho”, é tipico de profissionais ruins que tem medo do saber dos outros e se acham detentores de um “saber único”. Isso no século XIX era aceito e permeado pelo positivismo. Hoje no século XX, vivemos outra realidade que é a interdisciplinaridade e o multiculturalismo. E vc tem razão, pois ví no passado pessoas formadas em direito travestidas de professores de história, assombrando alunos em sala de aula. O interessante é que não conheciam direito a fundo e nem tão pouco história. Meu querido, nunca diga nunca, pois ainda estou na ativa e sou jovem, posso ir para a “faculdade de direito” que quiser e obter o “diploma”, que pelo jeito vc tanto preza. E se a classe dos advogados não perdeu a credibilidade, por que o dito popular: “advogado é ladrão diplomado”? Concordo, sei que existe maus profissionais em todas as áreas do saber, isso é fato. Mais no caso dos advogados é muito mais expressiva a porcentagem. E a propósito, o “bom advogado”, conhece de leis e sua aplicabilidade, de tudo um pouco, pois “quem não tem competência não se estabelece”. E tenho visto péssimos advogados sem competência, se estabelecendo atravês de falcatruas.
Ademais, meu querido, mais uma vez sinto se te ofendi, não tive a intenção. Mas tu deves ter aprendido que quem escreve ou fala o que quer ouve o que não quer. É a famosa lei da “ação e reação”. Conhece esta? Pois é…(rsrsrs)
Obrigado por externar sua opinião, Valdeci.
Ah! esqueci de escrever que sou filho de advogado, tenho irmã e cunhado advogados. E que também exercí, aqui, meu direito constitucional de “liberdade de expressão e pensamento”. Obrigado.
Sr. Dr. E. Professor de História:
A atitude de seus familiares, não pode refletir negativamente na classe dos advogados, pelo que me parece o seu trauma com a advocacia vem de família.
Sr. Renato. Olá!
Não sou Dr. Ainda não escreví e não defendí tese acadêmica. O Sr. é advogado? Ou psicanalista? Ou o quê? Parece conhecer meus familiares, o que eu duvido, pois nossos relacionamentos se restringem a pessoas inteligentes,com argumentos e idéias claras. Parece que este não é o seu caso. Portanto, não nos julgue meu querido!(rsrs). Com pessoas inteligentes, a conversa precisa também ser inteligente. Senão, aconselho-te a ler e aprender. Opine apenas quando tiver o que opinar com fundamentação teórica e inteligência. Não provoque! A menos que tu sejas do “metier”. Mentes como a sua causam traumas em professores das mais variadas disciplinas. No meu caso, fico traumatizado, em ver alguém se dirigir a mim como você se dirigiu.(rsrsrs).
Já gastei muito do meu tempo, contigo, passe bem!(rsrsrs).
Sou um advogado(Rabúla), em causa própia, acredito na democratização do ensino e do aprendizado sob todos os aspectos, creio que as amarras que prendem o nosso povo está relacionado a falta de aprendizado em dizer o que pensa e aprender o que dizer. Pensemos Juntos? conhecimento é poder! porque todos não podem obter tal conhecimento? uma vez que o livro que o Advogado tem acesso são os mesmos de um juíz, é o mesmo que leio. Nosso povo precisa de conhecimento pra saber fazer escolhas certas. Os presidios Norte Americano estão cheios de rabúlas que defendem seus direitos com méritos. Obrogado!
Este é o raciocínio! Penso exatamente assim. Parece que alguém sensato compareceu aqui. Parabéns! É isso aí. “Conhecimento”, eis a palavra mestra e chave para o povo brasileiro. Concordo e faço minha parte, disseminando conhecimento. Ao mesmo tempo, sempre aprendendo. Por isso sou PROFESSOR.
Fico profundamente entristecido quando um assunto que efetivamente poderia ser discutido com inteligência toma o rumo da gratuita agressão. Lamentável o posicionamento deste Sr. Valdecir.
Em primeiro, se a premissa de que para ser advogado é desnecessário curso de direito fosse correta – e obviamente não é – estaríamos diante de milhões de burros ou aproveitadores sem função útil: estudantes, reitores e inclusive professores, entre outros.
E certamente tal fenômeno não se restringiria à advocacia. Teríamos inúteis faculdades de todas as profissões, eis que a base da argumentação é a de que todos têm acesso aos mesmos livros..
A diferença, e pelo desculpas pelo termo mas não existe outro mais adequado, é que os advogados, de um modo geral, não são ignorantes e prepotentes a ponto de dizer que para exercer alguma profissão não é necessário curso de graduação, em comportamento contrário ao de alguns profissionais de outras áreas ao falar da advocacia.
Depois do comentário do Paulo, o Sr. Valdecir descambou a verborragia:”..permeado pelo positivismo. Hoje no século XX, vivemos outra realidade que é a interdisciplinaridade e o multiculturalismo..”
O mais engraçado é que se esconder atrás de pseudos intelectualismos vertidos em palavras que soam de modo erudito, mesmo que em pouco ou nada tenham relação com o contesto – como é o caso – é técnica atribuída a maus advogados.. ou rábulas, no pior sentido da palavra.
E depois da verborragia vieram as ofensas de baixo calão: “…o que eu duvido, pois nossos relacionamentos se restringem a pessoas inteligentes,com argumentos e idéias claras. Parece que este não é o seu caso. Portanto, não nos julgue meu querido!(rsrs)..”
Pobre de nós, advogados, eu digo.
Se um professor de História, um paladino da extinção da ignorância dela usa para se expressar, ignorância teremos cada vez mais.
Pobre de nós, advogados, eu digo.
Sabendo que a ignorância é a maior responsável pelo desrespeito à lei (e também, porque não, à sua má formulação, por vezes), ao me deparar com um exemplo desses, infelizmente tenho de repetir:
Pobre de nós, advogados.
Nossa Sr Carlos…Porto,
Se ofendeu?(rsrsrs)
verborragia, não foi isto que vc exteriorizou logo aí, acima? Meu nome é VALDECI, sem r no final. Pobres de meus olhos, já que não posso ouví-lo vomitar tudo o que pode aí, acima. Aquiete-se, não se sinta menosprezado. Parece que vc não se deu bem nas aulas de seu “paladino da extinção da ignorância”(rsrsrs). Que frase meu caro! Agradeço em nome de meus colegas de profissão. Pobres de vocês advogados!
Sr Carlos …Porto, que nome grannnnde, conheço um advogado com o seu sobrenome e tenho certeza de que ele não é seu parente. Pelo menos vc não iria querê-lo como parente. E é um advogado daqueles! Entretanto, parece que o discurso de vocês dois são idênticos. Pobres de vocês advogados!
Carlos, sei que existem ótimos advogados. Sou filho de um dos. Talvez vc seja um deles. Sei também que em todos os ofícios existem bons e maus profissionais. Mas convenhamos, na advocacia o número de pilantras excede as demais profissões. Pobres de vocês advogados!
Já ouviu falar de algum professor que extorquiu seu aluno? Enriqueceu às custas das desgraças de seus alunos? Que mentiu em nome da lei? Que usa a lei para se dar bem em cima de coitadinhos, que não a conhecem?
Pobres daqueles que confiam em “certos” advogados, pois se a pessoa não tiver com o bolso recheado de “grana”, jamais terão sua lealdade. Apesar de saber que todos os profissionais merecem um “justo” pagamento pelos seus serviços. Mas tem advogados meu caro… Meu pai alcançou em nossa região fama e uma certa comodidade financeira, atuando como advogado. Mas meu velho é daqueles advogados à moda antiga, que honram a profissão e acima de tudo a justiça.
Não o conheço, mas pude notar que és um tanto quanto empolado, pela maneira como escreveu. Mas, taí…gostei do termo “verborragia”. Agora sei como descrever o que vc escreveu.
E lendo seu estado de hemorragia intelectual, imagino como não foram suas aulas de técnica de redação. Aliás saiu num noticiário faz alguns meses, ou anos, que maioria dos advogados recém formados, não sabiam se expressar corretamente, de forma escrita. Vc é recém formado?
Pobres de vocês advogados! Pobres de nós quando precisamos de “certos” advogados!(rsrsrs)
Desculpe a grafia errada do seu nome.
Correção do nome anotada.
Agora ficou lindo.
Obrigado, meu caro!(rsrsrs)
“asinum asinus fricat”
“Veni vidi vici”(rsrs)