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O cotidiano jurídico com muito bom humor

Por Paulo Gustavo Sampaio Andrade, advogado.

O tarado da fila do banco

31/08/2008 às 20h40min Paulo Gustavopartes

Uma mulher aguardava na fila dos caixas eletrônicos de uma agência do Bradesco, quando um homem encostou-se nas suas nádegas. Após procurar ajuda de funcionários do banco, foi à mesa do gerente. Na fila da gerência, o cidadão se posicionou novamente atrás da mulher, colocou o pênis para fora, encostou-o na vítima, masturbou-se e ejaculou nas roupas dela.

O fato ocorreu em 2001 na cidade satélite de Gama, no Distrito Federal, sendo presenciado por vários clientes, que ajudaram a imobilizar o maníaco, o qual foi preso.

A vítima ajuizou uma ação de indenização contra o banco, requerendo indenização de R$ 90.600,00. No final, o tribunal fixou a reparação em R$ 30.000,00.

Original disponível para download

Escolha o comentário mais infame para a notícia:

  • O cidadão pensou estar num banco de sêmen e tentou fazer um depósito na poupança da cliente.
  • Para protestar contra a demora nas filas do banco, o cidadão resolveu tirar o atraso ali mesmo.
  • A condenação foi injusta, pois o banco não teve culpa em porra nenhuma.
  • A notícia é séria. Melhor não fazer gozação.

(Baseado em notícia do Consultor Jurídico)

Este artigo já recebeu 3 Comentários

  1. Ficaria com a terceira opção. Muito embora,a princípio, o fato pareça ser engraçado, entendo que a notícia é bastante séria e a conclusão do processo, com a condenação do banco mostra o entendimento atual de nossos tribunais, reforçando a existência da responsabilidade objetiva das empresas, com relação aos fatos que lesem material ou moralmente, o cliente.

  2. Situação lamentável e correta a condenação do banco. Com certeza se não houvesse demora no atendimento nas filas ela não teria passado por tal constrangimento.

  3. O desfecho do texto não me agradou “in totum”,pois, deveria o “tarado do Banco Bradesco” ser processado também, com base nas leis afins, decorrentes da CRFB/88. a demora em filas bancárias já se tornou costume anti-juridico.

    SE PREFERIR, PODE PUBLICAR!

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