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O cotidiano jurídico com muito bom humor

Por Paulo Gustavo Sampaio Andrade, advogado.

Grampeando a língua

03/09/2008 às 19h09min Paulo Gustavocriminosos

Muitas quadrilhas utilizam expressões em código nas suas conversas telefônicas, para dificultar o entendimento por terceiros que estejam na escuta.

Uma matéria da revista Língua Portuguesa relacionou alguns termos curiosos ouvidos em operações realizadas pela Polícia Federal.

Na Operação Têmis, os envolvidos chamavam propina de “travesseiro” ou de “custo da reforma da igreja”.

Na Operação Vampiro, deputado era “inquilino” e partido era o “condomínio”.

Na Operação Galácticos, que prendeu hackers que fraudavam contas bancárias, “Antarctica” era o cartão clonado da Caixa Econômica Federal, e “Skol”, o do Banco do Brasil – referências às cores das cervejas e dos bancos.

Na Operação Diamante, um bandido distraído facilitou o trabalho da polícia. Quando o suposto chefe da quadrilha avisou que já havia partido um “caminhão de mogno” (em referência ao transporte de cocaína), o interlocutor perguntou:

– Como assim? A gente não falou de caminhão até agora…

– Aqueeeele, aqueeeele… Aquele que avoa…

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