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O cotidiano jurídico com muito bom humor

Por Paulo Gustavo Sampaio Andrade, advogado.

O correto e o justo

15/11/2008 às 14h53min Paulo Gustavopiadas

Um juiz está saindo do motel quando cruza com o carro de um colega de toga.

Ambos então percebem que cada um estava com a esposa do outro no banco do passageiro.

Passada a surpresa, um deles, respeitosamente, dirige-se ao outro com o seguinte pedido:

– Nobre colega, julgo que o correto seria que a minha esposa viesse para o meu carro, e que a sua mulher voltasse no carro de Vossa Excelência.

O outro, então, responde solenemente:

– Concordo plenamente, nobre colega, que isso seria o correto. No entanto, não seria justo, considerando que vocês estão saindo e nós estamos entrando.

(Baseado em post do Blog do Professor Manuel)

Este artigo já recebeu 6 Comentários

  1. Pegando ao pé da letra, nem sempre o correto é o justo. Vejamos um exemplo, fato real: uma empresa dá um golpe multimilionário em milhares de indivíduos. Em reação, por por premência quanto ao andamento de um inquérito policial em vias de ser aruivado, passam despercibidoas algumas pequenas flhas no seu Estatuto:
    Precebe-se, no andamento do Processo, que se esqueceu de 1)solicitar ao juiz a desconsideração da exigência de uano de vida da Associação para representar seus associados; 2)falhou-se em qualificar os sócios fundadores. Baseando-se, então, O MP, em “indícios”, e desprezando to o mérito do Processo, emite um abusrdamente duro Parecer denunciando a associação por “má-fé”.
    Entendemos que uma exigência legal não pode ser estática nem engessada como se a própria vida pudesse se enquadrar em fórmulas e preceitos legais, por si só relativos no tempo e no espaço.

    Quem me responderia isto: é cabível na na Lei a condenação com base em “INDÍCIOS”, ainda que seja indício de MÁ-FÉ, quando o CDC diz que má-fé tem de ser provada? Ou existem duas leis – uma para o cidadão e outra para os juízes?
    Afinal, o que ó CORRETO e o JUSTO?

    Será que juízes precisam tornar-se ILUMINADOS para usarem, com mais frequência, do discernimento entre CORRETO e JUSTO, e decidiam com sabedoria entre o humano e as formaidades legais?
    Se isso nunca vier a acontecer, esses conceitos continuarão a serivir apenas para piadinhas em entradas de motéis.

    MCanabrava

  2. No Brasil as leis só se aplicam nos cidadões menos afortunados, pois o onus da prova cabe a quem acusa. Mas não é o que vemos. Políticos assumindo cargos por 4anos, e causando rombo aos cofres públicos com seus mandos e desmandos passando por cima da lei, pois sabe que a bomba só irá estourar em outro mandato como precatório. teriam eles que arcar com seus atos e repor o dinheiro ao cofre público.

  3. Depois de ouvir minhas argumentações sobre direito…justiça…e tudo mais que falamos para justificar a concessão de um benefício para um idoso carente…o juíz delicadamente justifica:
    _ Drº concordo plenamente com tudo que disse e muito justo, infelizmente tenho que seguir o texto da lei, mas caso julgue improcedente seu pedido…recorra no prazo legal…aqui eu sou apenas um…lá eles são três…não posso decidir sozinho esta questão …ela tem que ser apreciada melhor.
    Concordo com o colega…tais conceitos só servem mesmo para piadinhas de motel.

  4. ?
    isso é apenas uma piada

  5. As leis no mundo nem sempre são justos!

  6. kkkkkkkkk … Coisa de homem, né? Tem que empatar!!! … rsrsrs

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