<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Página Legal &#187; auxiliares da justiça</title>
	<atom:link href="http://www.paginalegal.com/categoria/auxiliares-da-justica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.paginalegal.com</link>
	<description>O cotidiano jurídico com muito bom humor</description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Jul 2009 23:52:24 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<image>
    <title>Página Legal</title>
    <url>http://www.paginalegal.com/wp-content/files/paginalegal.gif</url>
    <link>http://www.paginalegal.com</link>
    <width>64</width>
    <height>64</height>
    <description>Página Legal - http://www.paginalegal.com</description>
    </image>		<item>
		<title>Mensagens de amor no Diário da Justiça</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/09/10/mensagens-de-amor-no-diario-da-justica/</link>
		<comments>http://www.paginalegal.com/2008/09/10/mensagens-de-amor-no-diario-da-justica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 01:27:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[auxiliares da justiça]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[ctrl-c ctrl-v]]></category>
		<category><![CDATA[diário da justiça]]></category>
		<category><![CDATA[download]]></category>
		<category><![CDATA[gafe]]></category>
		<category><![CDATA[informática]]></category>
		<category><![CDATA[pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/?p=600</guid>
		<description><![CDATA[No meio de uma sisuda decisão monocrática do Desembargador Federal Geraldo Apoliano, então presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que negava ao IBAMA a suspensão de liminar que vedava descontos nos salários de seus servidores, eis que surge uma ardente troca de  declarações de amor entre um casal de apaixonados.
Isso tudo publicado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="lightbox" href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/mensagens-de-amor-no-diario-da-justica-grande.png"><img src="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/mensagens-de-amor-no-diario-da-justica-pequeno1.png" align="right"/></a>No meio de uma sisuda decisão monocrática do Desembargador Federal Geraldo Apoliano, então presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que negava ao IBAMA a suspensão de liminar que vedava descontos nos salários de seus servidores, eis que surge uma <strong>ardente troca de  declarações de amor entre um casal de apaixonados</strong>.</p>
<p>Isso tudo publicado no <strong>Diário da Justiça da União</strong>, Seção 2, de 18 de junho de 2002, páginas 724 e 725.</p>
<p>A culpa foi de – quem? – um estagiário que, ofuscado por sentimentos incontroláveis, copiou e colou no meio da decisão trechos de vários e-mails trocados com a namorada.</p>
<p><strong>A seguir, o trecho da jurisprudência sentimental da lavra dos namorados:</strong></p>
<p><em>[A <a href="http://www.paginalegal.com/">Página Legal</a> acrescentou, entre colchetes, as prováveis autorias de cada trecho]<br />
</em></p>
<blockquote><p><em>[estagiário] </em><br />
Só tenho uma coisa pra te dizer depois de tudo que li (até pelo tempo, q é pouco, to sendo cara de pau agora de ta aqui escrevendo): <strong>Eu quero fazer tb tudo que for possível pela nossa relação, realmente te fazer MUITO FELIZ.</strong></p>
<p><em>[namorada] </em><br />
Se eh isso q vc quer, está obtendo bastante êxito&#8230; Não sei se foi o q eu transmiti no meu último mail, mais independentemente do q vc sente (ou vai sentir) por mim, <strong>já me sinto MUITO FELIZ, pelo fato de te amar, gostar de vc me faz muito bem</strong>, sinceramente, nunca me senti tão bem, sério não sei se vou conseguir, mas acho que a gente pode se dar bem. Eu sou louca por tu, e talvez não possa dizer EU TE AMO, com o sentido mais profundo da palavra, mas <strong>quero reamente TE AMAR, NO SENTIDO MAIS PROFUNDO DA EXPRESSÃO</strong>.</p>
<p><em>[estagiário] </em><br />
Ummm&#8230; eh legal ver q vc está disposta, acho q temos tudo pra dar certo menno, não só nas greas (q imagino fazermos várias juntos), como mais ainda nos momentos mais românticos, <strong>só nós dois, fazendo amor, nos beijando, chupando, virando um só corpo, uma só alma&#8230;</strong></p>
<p><em>[namorada]</em><br />
<strong>Amor, vou me dar pra vc com toda a força do meu coração</strong>, com toda emoção, vou fazer o possível por nós.. Quero ser não só a mulher da sua vida de pensamento, mas tb de fato&#8230; Como vc disse, tem muitas mulheres com minhas qualidades, por isso quero só te amar e que vc me ame, assim, eu e vc, do jeito que somos, que vc me ame como sou..</p>
<p><em>[estagiário] </em><br />
com certeza lhe amo exatamente do jeito q vc eh, <strong>tudo em vc me deixa doido, com tesão incontrolável</strong>, ao mesmo tempo com uma ternura sem igual&#8230; parece até piegas, mas <strong>realmente vc eh completa, perfeita em todos os aspectos</strong>&#8230; espero muito q nós demos certo, farei o impossível pra q isso aconteça&#8230; inclusive, n fique com receio de eu me preocupar com seu &#8220;passado&#8221;, n tenho ciúmes e entendo perfeitamente vc estar confusa, toda mudança gera conflitos, mas n eh por isso q as pessoas devem se acomodar&#8230; por isso acho q vc n deve se martirizar, achando q n vai mais ser amada; leyla, como já te disse, <strong>eh impossível se envolver com vc sem ficar louco, arriado, alucinado por vc&#8230;</strong></p>
<p><em>[namorada] </em><br />
<strong>TE AMO, ACHO ATÉ Q SEMPRE TE AMEI</strong> (e n sabia! Ou será q sabia e n queria ver?) <strong>E COM CERTEZA SEMPRE VOU TE AMAR </strong>(acho q minha racionalidade já acabou, lembra q vc queria saber qnd isso acontecesse?)</p>
<p><strong>Beijos apaixonados, molhados, ardentes, enlouquecidos&#8230;</strong></p>
<p><strong>Da sua mulher Leyla</strong></p></blockquote>
<p>No dia 9 de julho, foi publicada retificação do documento, juntamente com despacho determinando a instauração de sindicância.</p>
<p>Estagiários do Brasil, atenção: se quiser contar pra todo mundo que está ficando com aquela bonitona, é melhor colar mesmo no orkut&#8230; Publicar no Diário da Justiça, além de causar risco ao emprego, ainda facilita a prova para futuro pedido de pensão.</p>
<p><a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/mensagens-de-amor-no-diario-da-justica.pdf"><img src="http://jus.uol.com.br/img/paginalegal/icon_download.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/mensagens-de-amor-no-diario-da-justica.pdf"><strong>Original disponível para download</strong></a></p>
<p><em>(Com informações da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u56966.shtml">Folha de S.Paulo</a>, <a href="http://geraldofreire.uol.com.br/conteudoPrimeirapagina2607.2.htm">Geraldo Freire</a> e <a href="http://www.conjur.com.br/static/text/27841,1">Consultor Jurídico</a>)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.paginalegal.com/2008/09/10/mensagens-de-amor-no-diario-da-justica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rogatória acidental</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/08/26/rogatoria-acidental/</link>
		<comments>http://www.paginalegal.com/2008/08/26/rogatoria-acidental/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 23:19:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[auxiliares da justiça]]></category>
		<category><![CDATA[carta]]></category>
		<category><![CDATA[gafe]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/?p=559</guid>
		<description><![CDATA[No norte de Portugal, existe um distrito chamado Vila Real, o qual se divide em várias regiões administrativas chamadas concelhos (com &#8220;c&#8221; mesmo).
No concelho de Chaves, há um povoado denominado France.
Um funcionário do Ministério Público enviou uma carta convocando um determinado cidadão, por meio de correspondência remetida pelos correios.
A pessoa não compareceu na data marcada. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://maps.google.com/maps?f=q&#038;hl=pt-BR&#038;geocode=&#038;q=france,+chaves,+portugal&#038;ie=UTF8&#038;ll=41.645579,-7.466218&#038;spn=0.023475,0.038624&#038;t=h&#038;z=15"><img src="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/rogatoria-acidental.png" align="right" /></a>No norte de <strong>Portugal</strong>, existe um distrito chamado <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Distrito_de_Vila_Real"><strong>Vila Real</strong></a>, o qual se divide em várias regiões administrativas chamadas concelhos (com &#8220;c&#8221; mesmo).</p>
<p>No concelho de <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chaves_(Portugal)">Chaves</a></strong>, há um povoado denominado <strong><a href="http://maps.google.com/maps?f=q&#038;hl=pt-BR&#038;geocode=&#038;q=france,+chaves,+portugal&#038;ie=UTF8&#038;ll=41.645579,-7.466218&#038;spn=0.011737,0.019312&#038;t=h&#038;z=16">France</a></strong>.</p>
<p>Um funcionário do Ministério Público enviou uma carta convocando um determinado cidadão, por meio de correspondência remetida pelos correios.</p>
<p>A pessoa não compareceu na data marcada. Várias semanas depois, a correspondência retornou ao remetente. O carteiro escreveu no envelope a seguinte frase:</p>
<blockquote><p><a href="http://translate.google.com/translate_t#fr|pt|La%20France%20est%20tr%C3%A8s%20grand">&#8220;La France est très grand.&#8221;</a></p></blockquote>
<p>Como no endereçamento da carta, o funcionário somente colocara o nome do povoado, a carta fora parar na França, o país&#8230;</p>
<p><em>(Baseado em relato publicado no blog <a href="http://ordemnotribunal.blogspot.com/2005/11/la-france-est-trs-grande.html">Ordem no Tribunal!</a>)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.paginalegal.com/2008/08/26/rogatoria-acidental/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A contestação autoral</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/08/14/a-contestacao-autoral/</link>
		<comments>http://www.paginalegal.com/2008/08/14/a-contestacao-autoral/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 02:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[auxiliares da justiça]]></category>
		<category><![CDATA[diário da justiça]]></category>
		<category><![CDATA[gafe]]></category>
		<category><![CDATA[rio grande do sul]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/?p=529</guid>
		<description><![CDATA[Imagine só: você ajuíza uma ação. Tempos depois, lê no Diário da Justiça que você está sendo intimado para contestar o seu próprio pedido. Hein? Como assim?

Aconteceu num processo em Porto Alegre (RS). Na verdade, a contestação já havia sido feita pelo réu. O que o autor deveria apresentar era, obviamente, a réplica à contestação. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine só: você ajuíza uma ação. Tempos depois, lê no Diário da Justiça que você está sendo intimado para contestar o seu próprio pedido. Hein? Como assim?</p>
<p><a href="http://www.tj.rs.gov.br/servicos/diario_justica/dj_principal.php?tp=7&#038;ed=3809&#038;pag=117&#038;ult=181&#038;va=0.0"><img src="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/a-defesa-da-autora-12.png" alt="" /></a></p>
<p>Aconteceu num <a href="http://www.tj.rs.gov.br/site_php/consulta/consulta_processo.php?nome_comarca=Porto+Alegre&#038;versao=&#038;versao_fonetica=2&#038;tipo=1&#038;id_comarca=porto_alegre&#038;num_processo_mask=10701958336&#038;num_processo=10701958336">processo</a> em <strong>Porto Alegre (RS)</strong>. Na verdade, a contestação já havia sido feita pelo réu. O que o autor deveria apresentar era, obviamente, a <a href="http://www.tj.rs.gov.br/site_php/consulta/consulta_movimentos.php?entrancia=1&#038;comarca=porto_alegre&#038;num_processo=10701958336&#038;code=2314">réplica à contestação</a>. Ah, bom!</p>
<p><em>(Baseado em informação do <a href="http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?idnoticia=10520">Espaço Vital</a>)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.paginalegal.com/2008/08/14/a-contestacao-autoral/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A notificação do falecido</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/08/04/a-notificacao-do-falecido/</link>
		<comments>http://www.paginalegal.com/2008/08/04/a-notificacao-do-falecido/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 09:47:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[auxiliares da justiça]]></category>
		<category><![CDATA[download]]></category>
		<category><![CDATA[intimação]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/?p=509</guid>
		<description><![CDATA[
&#8220;Olha, Jaquim, hoje na te trago flores, home. Trago só um papel do tribunal, diz qu&#8217;é p&#8217;ra ires lá daqui a dez dias levantar uma certidão. Na sei o qu&#8217;eles querem, mas olha que tratam as pessoas com respeito. Essa é qu&#8217;é essa. Na te chamam morto, tás a ver? És falecido, qu&#8217;é muito mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/a-notificacao-do-falecido.pdf"><img src="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/a-notificacao-do-defunto.png" alt="" /></a></p>
<p>&#8220;Olha, Jaquim, hoje na te trago flores, home. Trago só um papel do tribunal, diz qu&#8217;é p&#8217;ra ires lá daqui a dez dias levantar uma certidão. Na sei o qu&#8217;eles querem, mas olha que tratam as pessoas com respeito. Essa é qu&#8217;é essa. Na te chamam morto, tás a ver? És falecido, qu&#8217;é muito mais fino. Agora na te esqueças de te pores p&#8217;raí a parvalhar à conversa co&#8217;s colegas de campa ou a beber copos co coveiro, e depois nunca mais t&#8217;alembras de lá ir&#8230; olha qu&#8217;isto agora tá sério, co tribunal na se brinca. Dez dias, Jaquim, ouvistes? Na me desgraces, home! Já basta teres-te atirado ó poço&#8230;&#8221;</p>
<p><em>(Post descaradamente surrupiado do blog <a href="http://portadovento.blogspot.com/2007/09/na-qualidade-de-falecido.html">Porta do Vento</a>)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.paginalegal.com/2008/08/04/a-notificacao-do-falecido/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novela processual</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/07/08/novela-processual/</link>
		<comments>http://www.paginalegal.com/2008/07/08/novela-processual/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 11:31:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[auxiliares da justiça]]></category>
		<category><![CDATA[ctrl-c ctrl-v]]></category>
		<category><![CDATA[gafe]]></category>
		<category><![CDATA[informática]]></category>
		<category><![CDATA[novela]]></category>
		<category><![CDATA[rede globo]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/?p=434</guid>
		<description><![CDATA[Em outubro de 2006, uma bancária ajuizou uma ação contra uma empresa de telefonia celular, requerendo devolução de cobrança indevida. Ao acessar o andamento de seu processo na internet, viu-se envolvida num enredo de crimes:
&#8220;Aguardando publicação do despacho de Em O Profeta, Clóvis abre um sorriso e se diz muito feliz com o filho. Quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em outubro de 2006, uma bancária ajuizou uma ação contra uma empresa de telefonia celular, requerendo devolução de cobrança indevida. Ao acessar o andamento de seu processo na internet, viu-se envolvida num <a href="http://www.conjur.com.br/static/text/52545,1">enredo de crimes</a>:</p>
<blockquote><p>&#8220;Aguardando publicação do despacho de Em O Profeta, Clóvis abre um sorriso e se diz muito feliz com o filho. Quando fica sozinho, esbraveja e faz ameaças a Marcos. Lindomar encontra o colar na bolsa de Joana. Rúbia grita o nome do filho na beira do poço. Marcos desce no poço. Joana não fala nada no seu depoimento e acaba presa. Clóvis leva Sônia e Amadeu à delegacia e diz que eles são testemunhas de que Marcos tentou raptar Analu.&#8221;</p></blockquote>
<p><div class="ice ice_nowrap" style="width:500px;"><a rel="lightbox" href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/novela-processual-gde1.png"><img src="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/novela-processual1.png" alt="Repare só no andamento do dia 29/01/2007." /></a><br style="clear:both" /><span>Repare só no andamento do dia 29/01/2007.</span></div></p>
<p><strong><em>Flashback (*):</em></strong></p>
<p>Dias antes, num cartório de um Juizado Especial Cível de <strong>São Paulo (SP)</strong>, uma funcionária trabalhava com várias janelas abertas no computador. Estava lendo um capítulo da novela <em>O Profeta</em>, então transmitida pela Rede Globo no horário das seis. Selecionou o conteúdo, copiou-o e já se preparava para colá-lo num editor de textos quando alguém entrou na sala. Agilmente, a servidora alternou para a janela do sistema de controle processual. Então, pressionou duas teclas para &#8220;colar&#8221; um despacho no andamento do processo. Só não lembrou que o conteúdo que estava na área de transferência do Windows era o resumo da novela&#8230;</p>
<p>(*) Este <em>flashback</em> é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com pessoas ou acontecimentos reais terá sido mera coincidência.</p>
<p><strong><a href="http://conjur.estadao.com.br/static/text/52545,1">Final da história:</a></strong></p>
<p>Não precisa ser paranormal nem ter criatividade de novelista para imaginar que a pobre funcionária responsável sofreu conseqüências dramáticas, sendo afastada temporariamente dos trabalhos com computador até a conclusão de sindicância.</p>
<p><strong><a href="http://oprofeta.globo.com/Novela/OProfeta/0,,AA1537904-7318,00.html">Final da novela:</a></strong></p>
<p>Clóvis tenta envenenar Ruth, mas esta o engana e ele é quem morre. Ruth é condenada a 30 anos de prisão. Marcos resolve ajudar as pessoas com o seu dom e se casa com Sônia. O filho do casal, chamado Daniel, nasce com o dom da cura e, 25 anos depois, descobre a cura do câncer.</p>
<p><strong><a href="http://www.tj.sp.gov.br/PortalTJ/Paginas/Pesquisas/Primeira_Instancia/tjsp_sentenca_completa.aspx?chavePesquisa=2&#038;codProcesso=11493248&#038;codSentenca=1181571&#038;numProcesso=583.03.2006.121303-6">Final do processo:</a></strong></p>
<p>A empresa de telefonia foi condenada e o valor questionado foi depositado em juízo, acrescido de multa de 1%. O processo permanece em andamento (&#8221;aguardando trânsito em julgado&#8221;), um ano e nove meses (ou quatro novelas das seis) depois de seu início.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.paginalegal.com/2008/07/08/novela-processual/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Certidão de objeto e pé</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/04/14/certidao-de-objeto-e-pe/</link>
		<comments>http://www.paginalegal.com/2008/04/14/certidao-de-objeto-e-pe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 18:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[auxiliares da justiça]]></category>
		<category><![CDATA[cartório]]></category>
		<category><![CDATA[certidão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/2008/04/14/certidao-de-objeto-e-pe/</guid>
		<description><![CDATA[Você já ouviu falar de certidão de objeto e pé?
Parece que o nome não tem pé nem cabeça, mas a explicação está na cara.
Trata-se de uma certidão elaborada pela secretaria de vara, a pedido da parte ou do advogado, com dados básicos sobre um determinado processo, quais sejam: o assunto (objeto) de que trata o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.paginalegal.com/files/certidao-de-objeto-e-pe1.png" align="left" />Você já ouviu falar de <a href="http://www.jfsp.gov.br/tiposdecertidao.htm"><strong>certidão de objeto e pé</strong></a>?</p>
<p>Parece que o nome não tem pé nem cabeça, mas a explicação está na cara.</p>
<p>Trata-se de uma certidão elaborada pela secretaria de vara, a pedido da parte ou do advogado, com dados básicos sobre um determinado processo, quais sejam: o assunto (<strong>objeto</strong>) de que trata o processo e a situação (<strong>pé</strong>) em que se encontra.</p>
<p>É também chamada de <strong>certidão de breve relato</strong>.</p>
<p>Com a facilidade de acesso ao andamento processual pela internet, a certidão deixou de ser requisitada em <a href="http://www.amcham.com.br/update/2006/update2006-10-19h_dtml">algumas situações</a>, mas permanece sua necessidade em casos que exijam a produção de prova formal.</p>
<p><em>(Foto: blog <a href="http://drykxs.blogspot.com/">Meu Pé</a>)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.paginalegal.com/2008/04/14/certidao-de-objeto-e-pe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O escrivão literal</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/04/13/o-escrivao-literal/</link>
		<comments>http://www.paginalegal.com/2008/04/13/o-escrivao-literal/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2008 21:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[auxiliares da justiça]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[escrivão]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[processo penal]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/2008/04/13/o-escrivao-literal/</guid>
		<description><![CDATA[Esse fato é verídico e ocorreu há muitos anos na Comarca de Prudentópolis (PR), segundo conta o advogado Cosme Pinto de Carvalho.
Num processo criminal por lesão corporal, o réu, de nome Firmino, era interrogado pelo então juiz de Direito Oscar Carvalho, cujo apelido era &#8220;Formidável&#8221;, pelo uso sistemático daquele adjetivo. O escrivão era Jorge Maier [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse fato é verídico e ocorreu há muitos anos na Comarca de <strong>Prudentópolis (PR)</strong>, segundo conta o advogado <strong>Cosme Pinto de Carvalho</strong>.</p>
<p>Num processo criminal por lesão corporal, o réu, de nome Firmino, era interrogado pelo então juiz de Direito Oscar Carvalho, cujo apelido era &#8220;Formidável&#8221;, pelo uso sistemático daquele adjetivo. O escrivão era Jorge Maier Sobrinho, que, já estafado pela idade e pelo acúmulo de serviço, atendia aos serviços dos cartórios criminal e de registro civil.</p>
<p>O juiz fazia as perguntas e ditava minuciosamente as respostas ao escrivão. Este, enfastiado, datilografava tudo quase automaticamente. A certa altura, o réu narrou os fatos precedentes à agressão e o juiz, cuidadosamente, ditou ao escrivão algo mais ou menos assim:</p>
<blockquote><p>que o desafeto do depoente, ao chegar na bodega, já o provocou sem motivo; que tentou evitar as provocações verbais, mas a vítima respondeu ao depoente: &#8216;Você é um filho da p<font color="#ffffff">uta</font>&#8230;&#8217;</p></blockquote>
<p>Nesse exato momento, entrou na sala de audiências o escrivão do cartório cível, que precisava tratar de alguma providência urgente, desviando a atenção do juiz para atendê-lo.</p>
<p>Resolvido o problema, o juiz voltou-se para o escrivão e, tentando reiniciar o interrogatório, perguntou-lhe:</p>
<p>– Onde estávamos, senhor escrivão?</p>
<p>O escrivão, sem perceber o que estava falando, simplesmente repetiu, <em>ipsis litteris</em>, a última frase que lhe havia sido ditada pelo próprio juiz:</p>
<p>– Você é um filho da p<font color="#ffffff">uta</font>&#8230;</p>
<p>Todos os presentes tiveram que fazer grande esforço para conter o riso e não desrespeitar o meritíssimo.</p>
<p><em>(Adaptado de artigo publicado na coletânea <em>&#8220;O Pitoresco na Advocacia&#8221;</em>, coord. Fernandino Caldeira de Andrada, Curitiba, Associação Cultural Avelino A. Vieira, 1990)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.paginalegal.com/2008/04/13/o-escrivao-literal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carimbador maluco</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/03/13/carimbador-maluco/</link>
		<comments>http://www.paginalegal.com/2008/03/13/carimbador-maluco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 01:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[auxiliares da justiça]]></category>
		<category><![CDATA[carimbo]]></category>
		<category><![CDATA[cartório]]></category>
		<category><![CDATA[minas gerais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/2008/03/13/carimbador-maluco/</guid>
		<description><![CDATA[Conta-se que, numa pequena cidade do interior de Minas Gerais, havia um tabelião que era apaixonado pelo uso de carimbos.
Em sua mesa, havia carimbos de todos os modelos e formatos. Toda a papelada que por ali passava era carimbada em todo o espaço possível.
Na governo Figueiredo, veio a lei de desburocratização. Muitos papéis que demandavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="right" src="http://www.paginalegal.com/files/carimbador-maluco.thumbnail.jpg" />Conta-se que, numa pequena cidade do interior de <strong>Minas Gerais</strong>, havia um tabelião que era apaixonado pelo uso de carimbos.</p>
<p>Em sua mesa, havia carimbos de todos os modelos e formatos. Toda a papelada que por ali passava era carimbada em todo o espaço possível.</p>
<p>Na governo Figueiredo, veio a lei de desburocratização. Muitos papéis que demandavam idas e voltas, carimbos e mais carimbos, não mais deles precisavam.</p>
<p>O tabelião ficou inconsolável; olhava com tristeza a sua coleção de carimbos agora inútil.</p>
<p>Mas acabou por arranjar uma maneira inteligente de manter a sua &#8220;carimbação&#8221; em todos os papéis que por ali transitavam.</p>
<p>Mandou fazer um vistoso carimbo com os seguintes dizeres:</p>
<p>&#8220;ISENTO DE CARIMBO&#8221;.</p>
<p>E continuou marcando documentos com seu novo carimbo. Com tinta vermelha.</p>
<p><em>(Colaboração de José Vivaldo Muniz, de Pouso Alegre/MG. Foto: Reprodução / Som Livre)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.paginalegal.com/2008/03/13/carimbador-maluco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O terreno da santa</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/03/11/o-terreno-da-santa/</link>
		<comments>http://www.paginalegal.com/2008/03/11/o-terreno-da-santa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 11:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[auxiliares da justiça]]></category>
		<category><![CDATA[cartório]]></category>
		<category><![CDATA[ceará]]></category>
		<category><![CDATA[igreja]]></category>
		<category><![CDATA[imóvel]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/2008/03/11/o-terreno-da-santa/</guid>
		<description><![CDATA[Certa feita, chegou à Procuradoria Geral do Estado do Ceará uma petição administrativa de uma associação de moradores de Massapê (CE), requerendo a doação de um determinado terreno, que supostamente seria um bem público dominical estadual.
Verificando a documentação, descobriu-se, porém, que o imóvel estava registrado em nome de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, padroeira do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa feita, chegou à Procuradoria Geral do Estado do Ceará<strong> </strong>uma petição administrativa de uma associação de moradores de <strong>Massapê (CE)</strong>, requerendo a doação de um determinado terreno, que supostamente seria um bem público dominical estadual.</p>
<p>Verificando a documentação, descobriu-se, porém, que o imóvel estava registrado em nome de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, padroeira do Município.</p>
<p>A transmissão tinha sido &#8220;inter vivos&#8221;, com o pagamento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e tudo o mais.</p>
<p>O processo foi arquivado, pois o imóvel não era do Estado, mas bem que poderia ter sido declinada a competência para o Tribunal Eclésiastico&#8230;</p>
<p><em>(Com colaboração de Paulo Hiram Studart Gurgel Mendes, de Fortaleza/CE)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.paginalegal.com/2008/03/11/o-terreno-da-santa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Você conhece o ECA?</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/02/05/voce-conhece-o-eca/</link>
		<comments>http://www.paginalegal.com/2008/02/05/voce-conhece-o-eca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 02:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[auxiliares da justiça]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[menor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/2008/01/25/voce-conhece-o-eca/</guid>
		<description><![CDATA[O juiz da Infância e da Juventude manda que o Comissário de Menores responda ao questionário para se habilitar em tal cargo, e lhe faz a seguinte pergunta, referindo-se ao Estatuto da Criança e do Adolescente:
– Você conhece o ECA?
– Sim, Excelência, mas só de vista!!!
(Colaboração de Leila Maria Sales Maia)
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O juiz da Infância e da Juventude manda que o Comissário de Menores responda ao questionário para se habilitar em tal cargo, e lhe faz a seguinte pergunta, referindo-se ao Estatuto da Criança e do Adolescente:</p>
<p>– Você conhece o ECA?</p>
<p>– Sim, Excelência, mas só de vista!!!</p>
<p><em>(Colaboração de Leila Maria Sales Maia)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.paginalegal.com/2008/02/05/voce-conhece-o-eca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

