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O cotidiano jurídico com muito bom humor

Por Paulo Gustavo Sampaio Andrade, advogado.

Artigos da Categoria crônicas e poesias

Piada de mau gosto

01/02/2008 às 18h26min Paulo Gustavocrônicas e poesias

Texto literário de ficção acerca do cotidiano jurídico.

Por Fábio de Oliveira Ribeiro, advogado em Osasco (SP)

Tinha apenas vinte e quatro horas para fazer a defesa. Não era muito, mas em se tratando de uma Reclamação Trabalhista na qual se pleiteava apenas reconhecimento do vínculo, verbas rescisórias e horas extras, era o bastante.

Quando se formou, Antônio imaginava que advogaria para grandes empresas. Tecia planos, sonhos… Enquanto não concretizava os planos e os sonhos continuavam sonhos, ia prestando serviços para pequenos comerciantes, autônomos, agiotas e punguistas.

Jaime não era dos melhores clientes, mas pagava em dinheiro e adiantado, portanto, merecia a devida atenção. Além disso, era educado e costumava seguir os conselhos do advogado ao pé da letra, o que acabava criando situações muito engraçadas.

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Soneto de honestidade

01/02/2008 às 18h03min Paulo Gustavocrônicas e poesias

Inspirado no Soneto de Fidelidade de Vinícius de Moraes, um colaborador dublê de advogado e poeta nos enviou o seguinte poema do devedor confesso:

SONETO DE HONESTIDADE
(Etevaldo Nascimento)

Que devo, eu reconheço,
Mas juro que não pago juros;
Pagarei somente o preço,
Eu juro que pago juro.

Pagar a dívida, eu sempre quis,
Mas o credor aumentou demais;
Uma dívida que eu não fiz
Porque os juros são ilegais.

Para provar minha honestidade,
Tem o código do consumidor,
Que é a única possibilidade.

Para acabar com a minha dor,
Tem advogado com especialidade
Em direito do consumidor.