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O cotidiano jurídico com muito bom humor

Por Paulo Gustavo Sampaio Andrade, advogado.

Artigos da Categoria delegacias

Erratas erradas

06/02/2008 às 18h54min Paulo Gustavodelegacias

Um escrivão do interior do Paraná lavrou um auto de prisão em flagrante, começando mais ou menos assim:

“Alto de prisão em fragrante n. …”

No meio, catadupas de erros de português.

No fecho, o auge:

“… e para constar, eu (fulano), escrivão, lavrei o presente auto, digo, alto …”


Conta-se que, certa feita, um sujeito, chamado Diogo, foi levado para a delegacia e, ao ser lavrado o termo de ocorrência, o escrivão se enganou, escrevendo “Digo”, em vez de “Diogo”.Como de praxe, usou a palavra do verbo dizer na primeira pessoa, ou seja, “digo”, para indicar o erro. O resultado ficou assim:

“… Digo, digo, Diogo …”

O crime dos capangas

02/02/2008 às 22h24min Paulo Gustavodelegacias

Juiz de Vara Criminal em Manaus relata ter recebido um inquérito policial que versava sobre o seqüestro e tortura aplicada por “capangas” do proprietário de uma loja num funcionário suspeito de dar “sumiço” numa motocicleta pertencente ao patrimônio da firma.

O empregado relatou que foi jogado no porta-malas de um carro, levado para um local ermo, onde foi submetido a uma sessão de espancamentos para confessar o paradeiro do objeto.

Os “leões de chácara” que torturaram o rapaz foram indiciados pelo crime previsto no art. 328 do Código Penal.

“Usurpação de função pública”.