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	<title>Página Legal &#187; oficiais de justiça</title>
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	<description>O cotidiano jurídico com muito bom humor</description>
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    <title>Página Legal</title>
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    <description>Página Legal - http://www.paginalegal.com</description>
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		<title>Apelidos dos mandados judiciais</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 11:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[oficiais de justiça]]></category>
		<category><![CDATA[mandado]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[PC Nery, Oficial de Apoio Judiciário em Conceição do Rio Verde (MG), apresentou em seu blog os apelidos dos mandados judiciais, segundo a visão dos zelosos meirinhos.
REPENTE DO MANDADO
Vou falar é dos mandados, um assunto muito justo!
Tem o mandado fantasma, você vê e leva um susto!
O mandado tranca-pasta é um verdadeiro sofrimento,
Se ele tá na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>PC Nery</strong>, Oficial de Apoio Judiciário em Conceição do Rio Verde (MG), apresentou em seu blog os <a href="http://perolasjuridicas.blogspot.com/2008/01/apelidando-mandados.html">apelidos dos mandados judiciais</a>, segundo a visão dos zelosos meirinhos.</p>
<blockquote><p><strong>REPENTE DO MANDADO</strong></p>
<p>Vou falar é dos mandados, um assunto muito justo!<br />
Tem o mandado <strong>fantasma</strong>, você vê e leva um susto!</p>
<p>O mandado <strong>tranca-pasta</strong> é um verdadeiro sofrimento,<br />
Se ele tá na sua pasta, nenhum mais tem cumprimento.</p>
<p>Mas tem mais tipos de mandado que são chatos à beça,<br />
Tem o mandado <strong>piolho</strong>, que você pega e coça a cabeça.</p>
<p>O mandado tipo <strong>aids</strong> que é um suplício derradeiro,<br />
Quando você pega ele, ninguém quer ser seu parceiro.</p>
<p>Tem o tipo <strong>tranformista</strong>, que é uma porcaria,<br />
Pensa que vai ser moleza e acaba na delegacia.</p>
<p>E tem também o <strong>replay</strong>, que dá nervoso de imediato,<br />
Acabou de devolver e pega outro pro mesmo chato.</p>
<p>Conheço o mandado <strong>cola</strong>, que me enche a paciência,<br />
Cada vez que vou certificar, vejo que falta diligência.</p>
<p>Mas tem os clientes <strong>VIP</strong>, que são muito importantes,<br />
Todo dia tem mandado, carrego de basculante.</p>
<p>O do <strong>amigo-da-onça</strong> gera muita desavença,<br />
Você pegou por que o colega tá de férias ou licença.</p>
<p>E pra terminar esse repente vou falar é do <strong>clonado</strong>,<br />
Mesmo número, mesmas partes pra fazer o mesmo ato.</p>
<p>Tem que ter é competência pra exercer essa função,<br />
Tem que ser juiz, psicólogo, detetive e sacristão&#8230;</p></blockquote>
<p>Segundo o autor dos versos, os mandados VIP são aqueles destinados a pessoas que têm inúmeros processos. Nesses mandados, no campo destinado ao &#8220;ciente&#8221;, deveria estar escrito &#8220;cliente&#8221;&#8230;</p>
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		<title>Sucessão no fundo de comércio</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/06/13/sucessao-no-fundo-de-comercio/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 10:42:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[oficiais de justiça]]></category>
		<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[mandado]]></category>
		<category><![CDATA[trocadilho]]></category>

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		<description><![CDATA[Para cumprir um mandado de citação, um oficial de justiça se deslocou até o estabelecimento comercial de propriedade do réu, no endereço indicado pelo autor da ação.
Lá chegando, recebeu a informação de que o réu não mais trabalhava lá e que o ponto havia sido assumido pela sua esposa. Certificou então o seguinte:
&#8220;Compareci ao local [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para cumprir um mandado de citação, um oficial de justiça se deslocou até o estabelecimento comercial de propriedade do réu, no endereço indicado pelo autor da ação.</p>
<p>Lá chegando, recebeu a informação de que o réu não mais trabalhava lá e que o ponto havia sido assumido pela sua esposa. Certificou então o seguinte:</p>
<blockquote><p>&#8220;Compareci ao local indicado e lá deixei de citar o réu. Fui infomado pela sua esposa que ele havia abandonado o comércio. Citei a mesma, que <strong>ainda continua com o negócio aberto.</strong>&#8220;</p></blockquote>
<p><em>(Com colaboração de Acimael Nogueira Cunha, do Rio de Janeiro/RJ)</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Despejando a raiva</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/06/08/despejando-a-raiva/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 20:34:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[oficiais de justiça]]></category>
		<category><![CDATA[despejo]]></category>
		<category><![CDATA[mandado]]></category>
		<category><![CDATA[palavrão]]></category>

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		<description><![CDATA[Um oficial de justiça novato recebeu a incumbência de cumprir um mandado de despejo. Chegando ao local, o meirinho verificou que seria impossível cumprir a determinação judicial, pois o réu era uma pessoa muito agressiva. Exarou então a seguinte certidão nos autos:
&#8220;Compareci ao local, a fim de cumprir a determinação judicial; porém, não foi possível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um oficial de justiça novato recebeu a incumbência de cumprir um mandado de despejo. Chegando ao local, o meirinho verificou que seria impossível cumprir a determinação judicial, pois o réu era uma pessoa muito agressiva. Exarou então a seguinte certidão nos autos:</p>
<blockquote><p>&#8220;Compareci ao local, a fim de cumprir a determinação judicial; porém, não foi possível executar o mandado, pelo risco de ser agredido pelo réu, que disse que <strong>a Justiça é uma m<span style="color: white;">erda</span>, e que o Juiz é um bom filho da p<span style="color: white;">uta</span>, e me mandou se f<span style="color: white;">oder</span> e tomar no c<span style="color: white;">u</span>.</strong> O referido é verdade e dou fé.&#8221;</p></blockquote>
<p><em>(Com colaboração de Acimael Nogueira Cunha, do Rio de Janeiro/RJ)</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mandados do além &#8211; 2</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/05/29/mandados-do-alem-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 13:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[oficiais de justiça]]></category>
		<category><![CDATA[cemitério]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[roraima]]></category>

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		<description><![CDATA[Por volta de 1985, quando Roraima ainda era território federal, um oficial de Justiça recebeu a incumbência de intimar um determinado réu.
Após tentar localizar o cidadão em todos os lugares, descobriu que o réu teria falecido.
Dirigiu-se então ao cemitério, onde obteve a confirmação do passamento do intimado.
Só então o diligente serventuário exarou sua certidão nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/mandados-do-alem-2.png" alt="" align="right" />Por volta de 1985, quando <strong>Roraima</strong> ainda era território federal, um oficial de Justiça recebeu a incumbência de intimar um determinado réu.</p>
<p>Após tentar localizar o cidadão em todos os lugares, descobriu que o réu teria falecido.</p>
<p>Dirigiu-se então ao cemitério, onde obteve a confirmação do passamento do intimado.</p>
<p>Só então o diligente serventuário exarou sua certidão nos autos, mais ou menos assim:</p>
<blockquote><p>&#8220;Certifico e dou fé que, em cumprimento ao respeitável mandado <em>retro</em>, compareci à Rua &#8230; e lá chegando fui informado por sua mãe, Srª. &#8230;, que o mesmo teria morrido em um trágico acidente de veículo.</p>
<p>Não satisfeito, este meirinho procedeu à busca do túmulo de referido morto. Diligenciei ao Cemitério local e constatei o óbito do mesmo. Sendo assim, deixei de efetuar a intimação do réu.</p>
<p><strong>Por respeito aos mortos, dei ciência ao mesmo, lendo o referido mandado. E, por motivo de o mesmo estar cumprindo pena perpétua no além-túmulo, determinada pelo juiz supremo, Deus, deixou de exarar ciente.</strong></p>
<p>Comarca de Boa Vista, &#8230; de &#8230; de &#8230;.&#8221;</p></blockquote>
<p><strong><a href="http://www.paginalegal.com/2008/02/09/mandados-do-alem/">Quer ver mais &#8220;mandados do além&#8221;? Clique aqui.</a></strong></p>
<p><em>(Com colaboração de Emílio Salgueiro. Imagem: óleo sobre madeira de <a href="http://www.flickr.com/photos/maulleigh/510085845/">Pieter Claesz</a>)</em></p>
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		<title>Uma porcaria de diligência</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/03/16/uma-porcaria-de-diligencia/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 18:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[oficiais de justiça]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>
		<category><![CDATA[minas gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns anos, um advogado de Itajubá (MG) teve deferido um pedido de liminar para arresto de bens. Dentre os bens a serem arrestados, estavam diversos porcos, que já se encontravam dentro de um vagão de trem estacionado na estação ferroviária da cidade, rumo ao abate.
Devido à urgência, o causídico cuidou para que o mandado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos, um advogado de <strong>Itajubá (MG)</strong> teve deferido um pedido de liminar para arresto de bens. Dentre os bens a serem arrestados, estavam diversos porcos, que já se encontravam dentro de um vagão de trem estacionado na estação ferroviária da cidade, rumo ao abate.</p>
<p>Devido à urgência, o causídico cuidou para que o mandado fosse rapidamente entregue para cumprimento por dois oficiais de justiça e para que fosse disponibilizado um caminhão para a execução da diligência.</p>
<p>Os meirinhos já estavam na estação quando um deles percebeu algo estranho no mandado e comentou com o colega:</p>
<p>– Você viu o que o juiz despachou?</p>
<p>– Não! – respondeu o outro – O que é?</p>
<p>– Olha, aqui no mandado, não está escrito para arrestarmos nenhum porco. Acho que estamos fazendo o serviço errado!</p>
<p>– Xi! Melhor dar por encerrada essa diligência! Esse advogado pode estar nos colocando numa fria.</p>
<p>Ao ver que o caminhão retornara vazio da estação, o advogado voltou correndo ao fórum para saber o motivo do insucesso do trabalho.</p>
<p>Os oficiais de justiça responderam que o motivo do descumprimento seria a falta da determinação expressa para o arresto dos porcos.</p>
<p>O advogado, furioso, pegou uma cópia do mandado e exibiu para os meirinhos:</p>
<p>– Como não? Leiam aqui: &#8220;&#8230;proceder ao arresto de 58 cabeças de suínos, destinados ao abate&#8230;&#8221;.</p>
<p>Ainda atordoados com a explicação do causídico, os meirinhos retornaram à estação. Como o trem já tinha partido, tiveram que seguir viagem até o município vizinho de <strong>Piranguinho (MG)</strong>, onde finalmente deram cumprimento à ordem. Na certidão da diligência, constou a seguinte observação:</p>
<blockquote><p>&#8220;&#8230;Certificamos que em cumprimento à ordem do MM. Juiz da Comarca de Itajubá-MG, procedemos ao arresto de 58 cabeças de porcos&#8230; Certificamos e damos fé que SUÍNOS são PORCOS. Itajubá, data supra.&#8221;</p></blockquote>
<p>Ainda bem que o juiz da vara não se referiu aos suínos pelo seu <a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/vara">coletivo</a>. Imagine a confusão quando esses meirinhos lessem que teriam que arrestar uma vara&#8230;</p>
<p><em>(Com colaboração de Carlos Roberto Augusto)</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O garçom oficial</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/03/12/o-garcom-oficial/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 12:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[oficiais de justiça]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[gafe]]></category>
		<category><![CDATA[júri]]></category>
		<category><![CDATA[minas gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muitos anos, na comarca de Nepomuceno (MG), realizava-se a oitiva de testemunhas durante uma sessão do tribunal do júri.
A certa altura, o juiz solicitou ao oficial de Justiça que trouxesse ao salão do júri um senhor que seria o próximo a testemunhar, indicando-o apenas pelo sobrenome, por se tratar de pessoa conhecida na cidade.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muitos anos, na comarca de <strong>Nepomuceno (MG)</strong>, realizava-se a oitiva de testemunhas durante uma sessão do tribunal do júri.</p>
<p>A certa altura, o juiz solicitou ao oficial de Justiça que trouxesse ao salão do júri um senhor que seria o próximo a testemunhar, indicando-o apenas pelo sobrenome, por se tratar de pessoa conhecida na cidade.</p>
<p>O meirinho retirou-se do recinto e demorou muito para retornar.</p>
<p>O juiz já estava impaciente quando o oficial adentrou no tribunal com uma bandeja repleta de salgadinhos, pedindo desculpas pela demora.</p>
<p>Ninguém entendeu nada. Estupefato, o juiz se dirigiu ao oficial:</p>
<p>– Não vamos fazer o lanche agora&#8230; Onde está a testemunha?</p>
<p>Este respondeu, estranhando a surpresa do público:</p>
<p>– O senhor não me pediu para buscar o salgado?</p>
<p>Salgado era o sobrenome da testemunha.</p>
<p><em>(Com colaboração de Emerson Jader Freitas e Andrade, de Nepomuceno/MG)</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os cacos do devedor</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/03/04/os-cacos-do-devedor/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 14:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[oficiais de justiça]]></category>
		<category><![CDATA[ceará]]></category>
		<category><![CDATA[certidão]]></category>
		<category><![CDATA[penhora]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos autos do Processo nº. 53.02.56934-5, em trâmite na 3ª Vara de Execuções Fiscais da Comarca de Fortaleza (CE), consta a seguinte certidão:
Certifico que fui no endereço do executado, que tem o apelido de &#8220;Kaquito&#8221;, e lá eu só não fiz a penhora, MM., porque o Sr. Kaquito está um verdadeiro caco (Kako). Só tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos autos do <a href="http://www4.tj.ce.gov.br/sproc2/paginas/ResConProc02.asp?TXT_PARAM1=2000.0078.3735-7&amp;TXT_PARAM2=0&amp;CMB_NUMMOV=999&amp;TXT_SOURCE=ResConProcNum&amp;CHK_PARTE=">Processo nº. 53.02.56934-5</a>, em trâmite na 3ª Vara de Execuções Fiscais da Comarca de <strong>Fortaleza (CE)</strong>, consta a seguinte certidão:</p>
<blockquote><p>Certifico que fui no endereço do executado, que tem o apelido de &#8220;Kaquito&#8221;, e lá eu só não fiz a penhora, MM., porque <strong>o Sr. Kaquito está um verdadeiro caco</strong> (Kako). <strong>Só tem farrabamba. Bens mesmo ele não tem.</strong></p>
<p>Mora lá numa casinha de vila, que pertence ao <strong>Espólio do Espólio do Espólio não sei lá de quem</strong>. A casa dele realmente é a melhor da vila, porque é a que dá para a Rua Rúbia Sampaio, mas lá dentro só <strong>fuá</strong>.</p>
<p>Eu vi lá um sofá velho, onde eu me sentei. <strong>O bicho só tem três pernas. A quarta é um monte de tijolo.</strong> As cadeiras de casa me remetemeram, digo: remeteram a Monteiro Lobato, no seu livro Urupê &#8211; a <strong>casa do &#8220;Jeca&#8221;</strong>.</p>
<p>Os vizinhos me disseram que o seu &#8220;Kaquito&#8221; é um bom rapaz, mas <strong>o que ele tinha os cabras comeram</strong> quando ele alugou um bar, lá na &#8220;Pajussara&#8221;. Não deu pra nada. <strong>Ele tirou uma de rico, todo gostosão e entrou no cano.</strong></p>
<p><strong>Os cobradores na sua casa quase que afundaram a entrada do beco de tanto irem lá.</strong> <strong>Agora farofa é o que não lhe falta. Tem pro gasto. Pena que não se pode penhorar.</strong></p>
<p>Que o referido é verdade. Dou fé.</p>
<p>Fortaleza, 02 de Agosto de 1993.</p></blockquote>
<blockquote><p>Benício de Abreu <strike>França</strike> Tranca<br />
Oficial de Justiça</p></blockquote>
<p><em>(Colaboração de Paulo Hiram Studart Gurgel Mendes, de Fortaleza/CE)</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Penhora no sex shop</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 17:01:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[oficiais de justiça]]></category>
		<category><![CDATA[mandado]]></category>
		<category><![CDATA[penhora]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Coloque-se no lugar de um oficial de justiça que vai cumprir um mandado de penhora e avaliação num sex shop chamado &#8220;Ponto G&#8221;, em São Paulo (SP).
Que tipo de mercadoria você imagina que iria encontrar para a penhora?

Registre-se o zelo do oficial de justiça em pormenorizar as características dos bens penhorados, tais como &#8220;seios que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Coloque-se no lugar de um oficial de justiça que vai cumprir um mandado de penhora e avaliação num <em>sex shop</em> chamado &#8220;Ponto G&#8221;, em <strong>São Paulo (SP)</strong>.</p>
<p>Que tipo de mercadoria você imagina que iria encontrar para a penhora?</p>
<p align="center"><a rel="lightbox" href="http://www.paginalegal.com/files/penhora-no-sex-shop-grande.jpg"><img src="http://jus.uol.com.br/img/paginalegal/penhora-no-sex-shop.jpg" /></a></p>
<p>Registre-se o zelo do oficial de justiça em pormenorizar as características dos bens penhorados, tais como &#8220;seios que podem se encher de água quente&#8221; e &#8220;sons de gemidos operados por controlador&#8221;.</p>
<p>Também é digno de louvor o cuidado em penhorar somente bens de maior valor, como bonecos e bonecas infláveis (todos novos, não custa dizer).</p>
<p>Já pensou o leiloeiro, em pleno fórum, sacudindo um pênis vibratório e gritando:</p>
<p>– Quem dá mais? Quem dá mais?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Penhora empenhada</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/02/13/penhora-empenhada/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 12:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[oficiais de justiça]]></category>
		<category><![CDATA[penhora]]></category>
		<category><![CDATA[piauí]]></category>
		<category><![CDATA[santa catarina]]></category>

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		<description><![CDATA[Zeloso oficial de justiça em comarca do interior de Estado da região Sudeste do Brasil relaciona os bens penhorados num auto circunstanciado, atribuindo-lhes descrição de modo a individualizá-los. A certa altura, está relacionado:
&#8220;&#8230; crucifixo de madeira e bronze, marca INRI &#8230;&#8221;
Atualização (em 25/05/2008): este &#8220;causo&#8221; já foi narrado como acontecido em diversos lugares do país. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Zeloso oficial de justiça <strike>em comarca do interior de Estado da região Sudeste do Brasil</strike> relaciona os bens penhorados num auto circunstanciado, atribuindo-lhes descrição de modo a individualizá-los. A certa altura, está relacionado:</p>
<blockquote><p>&#8220;&#8230; crucifixo de madeira e bronze, marca INRI &#8230;&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Atualização </strong>(em 25/05/2008): este &#8220;causo&#8221; já foi narrado como acontecido em diversos lugares do país.  O blog não sabe precisar se a história é recorrente ou se são versões de um mesmo fato&#8230; Se alguém tiver mais detalhes, por favor, <a href="http://www.paginalegal.com/contato/">entre em contato</a>.</p>
<hr size="2" width="100%" />Um oficial de Justiça de uma cidade do interior do Piauí assim certificou o cumprimento de um mandado de penhora, em meados da década de 90:</p>
<blockquote><p>&#8220;&#8230; penhorei um computador 286, marca Pentil &#8230;&#8221;</p></blockquote>
<p>E ainda lhe atribuiu o valor de R$1.500,00, embora não fosse um Pentium, mas um arcaico 286.</p>
<hr size="2" width="100%" />Um oficial de Justiça da Comarca de Florianópolis (SC) assim certificou o cumprimento de um mandado de penhora:</p>
<blockquote><p>&#8220;Dirigi-me ao local indicado e penhorei uma mesa de comer velha de quatro pés.&#8221;</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Mandados do além</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Feb 2008 21:07:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[oficiais de justiça]]></category>
		<category><![CDATA[cemitério]]></category>
		<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[sergipe]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa ação de execução fiscal (Processo nº 1998.700.202-52), da Comarca de Itabaianinha (SE), o oficial de justiça Juraci Costa de Santana, ao receber um mandado para citar o co-responsável pelo débito, e sabendo já ter ele falecido, saiu-se com a seguinte certidão:
&#8220;O Sr. João Carlos dos Santos encontra-se, há mais de 12 anos, entre aqueles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa ação de execução fiscal (<a href="http://www.tj.se.gov.br/tjnet/consultas/internet/respnumproc.wsp?tmp.npro=199870020252">Processo nº 1998.700.202-52</a>), da Comarca de <strong>Itabaianinha (SE)</strong>, o oficial de justiça Juraci Costa de Santana, ao receber um mandado para citar o co-responsável pelo débito, e sabendo já ter ele falecido, saiu-se com a seguinte certidão:</p>
<blockquote><p>&#8220;O Sr. João Carlos dos Santos encontra-se, há mais de 12 anos, entre aqueles em que o convite é: &#8216;Nós, os ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos.&#8217; Dou fé. Em, 13/5/99&#8243;</p></blockquote>
<p><em>(Colaboração de Antonio Waldir dos Santos Conceição)</em></p>
<hr size="2" width="100%" />Do mesmo gênero fúnebre, esta outra curiosa certidão:</p>
<blockquote><p>&#8220;CERTIFICO que, deixei de citar o Sr. &#8230;, por ter certeza absoluta de que o mesmo não mais pertence ao presente plano material, tendo em vista que, por determinação da proteção Divina, mudou-se deste, para o plano Espiritual, onde aguarda o grande dia do julgamento final, razão pela qual vou recolher o presente mandado, a fim de que a autora tome as providências cabíveis.</p></blockquote>
<blockquote><p>O referido é verdade e dou fé.</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8230;, &#8230; de agosto de 1995.&#8221;</p></blockquote>
<p><em>(Colaboração de Cláudio Rêgo)</em></p>
<hr size="2" width="100%" />O juiz da 4ª Vara Cível da Comarca de <strong>Uberaba (MG)</strong>, Lenin Ignachitti, ao apreciar pedido de reconhecimento de sociedade de fato, formulado pela concubina diante da morte do companheiro, proferiu o seguinte despacho:</p>
<blockquote><p> “Cite-se o falecido para os termos da presente ação”.</p></blockquote>
<p>Ao devolver o mandado de citação, o oficial de Justiça realizou diversas diligências e certificou o seguinte:</p>
<blockquote><p>“&#8230; o citando, desde o dia 5 de setembro de 1997, está residindo no Cemitério São João Batista, nesta cidade, à quadra 1, sepultura nº 142.</p></blockquote>
<blockquote><p>Prosseguindo as diligências, bati, por inúmeras vezes, à porta da citada sepultura no sentido de proceder à citação determinada, mas nunca fui atendido. Certifico, ainda, que entrei em contato com os coveiros e com o administrador do citado cemitério, sendo informado por todos que tinham a certeza de que o citando se encontrava em sua sepultura porque viram-no entrar e não o viram sair”.</p></blockquote>
<p><em>(Fonte: jornal O Popular, de Minas Gerais, 04/05/98, enviado por Maurício José Nardini)</em></p>
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