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	<title>Página Legal &#187; partes</title>
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	<description>O cotidiano jurídico com muito bom humor</description>
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    <title>Página Legal</title>
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    <description>Página Legal - http://www.paginalegal.com</description>
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		<title>O homem que processou Satanás</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 01:52:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 1971, Gerald Mayo, um cidadão da Pensilvânia (Estados Unidos), processou o Demônio e sua equipe. O Capeta seria o criador dos obstáculos que causaram desgraças na vida do autor e de muitas outras pessoas, violando-lhes seus direitos civis.
odavia, a ação coletiva foi barrada por motivos meramente processuais. 
O autor não cumpriu dois requisitos essenciais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1971, Gerald Mayo, um cidadão da Pensilvânia (<strong>Estados Unidos</strong>), processou o Demônio e sua equipe. O Capeta seria o criador dos obstáculos que causaram desgraças na vida do autor e de muitas outras pessoas, violando-lhes seus direitos civis.</p>
<p><div id="attachment_990" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><a href="http://boo-box.com/link/bid:1854/lang:pt-BR/tags:Advogado+do+Diabo/format:box" class="bbli"><img src="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/o-homem-que-processou-satanas.png" alt="Nesse processo, o Diabo nem precisou de advogado." title="o-homem-que-processou-satanas" width="250" height="368" class="size-full wp-image-990" /></a><p class="wp-caption-text">Nesse processo, o Diabo nem precisou de advogado.</p></div>Todavia, a ação coletiva foi barrada por motivos meramente processuais. </p>
<p>O autor não cumpriu dois requisitos essenciais para a espécie da ação proposta: não provou ser legítimo representante da imensa classe dos prejudicados pelo Anticristo nem demonstrou que o Excomungado seria um agente do Estado.</p>
<p>A decisão citou um suposto precedente em que o Rabudo, defendido por renomado advogado, teria alegado ser um príncipe estrangeiro, portanto não sujeito à jurisdição norte-americana. O tal precedente, contudo, nunca existiu; o juiz referia-se jocosamente a um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Devil_and_Daniel_Webster">conto fictício</a>, que deu origem a um filme sugestivamente chamado <a href="http://www.interfilmes.com/filme_18226_O.Julgamento.do.Diabo-(The.Devil.and.Daniel.Webster).html">&#8220;O julgamento do Diabo&#8221;</a>. </p>
<p>Ocorre que, de fato, o autor não apresentou prova de que o Exu seria domiciliado na comarca nem forneceu o endereço para a citação do Cão, e isso foi decisivo para a rejeição do pedido.</p>
<p>Teria agido melhor o requerente se, ao preencher a informação sobre a residência do Tinhoso, tivesse mandado o oficial de Justiça ao inferno.</p>
<p><a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/o-homem-que-processou-satanas.pdf"><img src="http://jus.uol.com.br/img/paginalegal/icon_download.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/o-homem-que-processou-satanas.pdf"><strong>Original disponível para download</strong></a></p>
<p><em>(Com informações de: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/United_States_ex_rel._Gerald_Mayo_v._Satan_and_His_Staff">Wikipedia</a>, <a href="http://blog.forpeterssake.com/2007/12/this-day-in-history-satan-wins-his-case.html">For Peter&#8217;s Sake</a>, <a href="http://www.texasbar.com/saywhat/weblog/buchmeyer_article_archive/feb84.asp">Say what?!</a> e <a href="http://www.failuremag.com/arch_flop_devils_advocate.html">Failure Magazine</a>)</em></p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.paginalegal.com/2008/10/01/o-senador-que-processou-deus/">O senador que processou Deus</a></p>
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		<title>Banho de água fria</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/10/20/banho-de-agua-fria/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 01:31:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empresa que demitiu empregado por justa causa, em virtude de agressão contra um colega de trabalho, levou um banho de água fria da Justiça do Trabalho.
Segundo a Justiça, o sacana que atira água gelada num trabalhador que está trabalhando no maior calorão merece mesmo levar umas pancadas, e o obreiro vítima da lavagem compulsória não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresa que demitiu empregado por justa causa, em virtude de agressão contra um colega de trabalho, levou um banho de água fria da Justiça do Trabalho.</p>
<p>Segundo a Justiça, o sacana que atira água gelada num trabalhador que está trabalhando no maior calorão merece mesmo levar umas pancadas, e o obreiro vítima da lavagem compulsória não merece ser demitido por justa causa.</p>
<p>Eis o teor da <a href="http://www.trt7.gov.br/consultaProcessual/andamentosProcesso2INST.aspx?numero=697&#038;ano=2006&#038;processo=02147/2004-007-07-00-2&#038;origem=7&#038;instancia=2">decisão</a> do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (<strong>Ceará</strong>):</p>
<blockquote><p>O fato típico consiste de agressão física perpetrada pelo obreiro a um colega de trabalho. Contudo, considerando que a agressão se deu quando o reclamante, trabalhando em ambiente quente e em máquina de alta temperatura, foi atingido por água gelada atirada pelo referido companheiro, é de se considerar  que agiu em ato reflexo, respondendo, com desforço imediato, a uma injusta agressão. Tal peculiaridade afasta a justa causa para a despedida, por se afeiçoar à hipótese de legítima defesa que exclui a antijuricidade da conduta. De outra face, ainda que se considere a reação do reclamante desproporcional à ofensa, o fato de não ter agido gratuitamente deveria ter ensejado da empresa não a pena máxima, mas a prática do caráter pedagógico do poder disciplinar, caracterizado principalmente pela graduação na aplicação das sanções aos empregados. Justa causa não caracterizada.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/banho-de-agua-fria.pdf"><img src="http://jus.uol.com.br/img/paginalegal/icon_download.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/banho-de-agua-fria.pdf"><strong>Original disponível para download</strong></a></p>
<p>Houve recurso, que ainda aguarda julgamento na geladeira do <a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=256019&#038;ano_int=2006&#038;qtd_acesso=3947517">TST</a>.</p>
<p><em>(Baseado em informações do site <a href="http://www.lidetemeraria.com.br/(wudpmz45seqroxntudvrgm55)/noticia_final.aspx?NOT_ID=55">Lide Temerária</a>)</em></p>
<p><strong>Aos leitores:</strong> quem acompanha a Página Legal desde o seu lançamento deve ter levado um banho de água fria ao perceber que as atualizações diárias sofreram interrupção nos últimos doze dias. O autor do blog esteve de férias e sequer avisou aos leitores. Para compensar a descortesia, a Página Legal volta com novo visual e endereço mais fácil. Valeu a espera?</p>
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		<title>Exame admissianal</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/10/04/exame-admissianal/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 13:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ânus]]></category>
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		<category><![CDATA[ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[A Viação Macaense, maior empresa de ônibus de Macaé (RJ), costumava fazer uma exigência pouco convencional durante o processo de seleção para contratação de motoristas e cobradores.
Cu-rrículo? Que nada. A empresa obrigava os candidatos a realizar um exame de inspeção anal.
Como era de se esperar numa empresa de coletivos, o procedimento era realizado coletivamente.
Os candidatos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Viação Macaense, maior empresa de ônibus de <strong>Macaé (RJ)</strong>, costumava fazer uma exigência pouco convencional durante o processo de seleção para contratação de motoristas e cobradores.</p>
<p>Cu-rrículo? Que nada. A empresa obrigava os candidatos a realizar um exame de inspeção anal.</p>
<p>Como era de se esperar numa empresa de coletivos, o procedimento era realizado <a href="http://tapanacara.com.br/blog/2007/08/toque_retal_coletivo_gera_cond.html">coletivamente</a>.</p>
<p>Os candidatos baixavam a cueca e estacionavam de ré, lado a lado com outros candidatos à vaga, para que o doutor verificasse o escapamento.</p>
<p>Caso o médico, que não era especialista em proctologia, constatasse a existência de hemorróidas, traumas ou fissuras anais, o candidato não seria contratado.</p>
<p>Em agosto de 2007, a empresa foi <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL89176-5606,00.html">condenada</a> pelo Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região a pagar uma indenização de 40 salários mínimos a três ex-empregados. Há informações, contudo, sobre a existência de mais outros 150 processos semelhantes.</p>
<p><div class="ice ice_nowrap" style="width:500px;"><img src="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/inspecao-anal-coletiva.png" alt="Uma empresa de ônibus preocupada com a saúde de todos." /><br style="clear:both" /><span>Uma empresa de ônibus preocupada com a saúde de todos.</span></div></p>
<p>Depois de ler essa notícia, fiquei muito preocupado quando entrei no site da tal empresa e vi uma notícia sobre uma campanha de <a href="http://www.macaense.com.br/web/pt/noticias/200711004.htm">inclusão digital</a> para seus motoristas.</p>
<p>Pena que a empresa não examinava também a caixa de câmbio dos empregados, pois poderia evitar reclamações trabalhistas relacionadas com <a href="http://www.paginalegal.com/2008/09/02/fimose-nao-e-doenca-do-trabalho/">fimose</a>.</p>
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		<title>O senador que processou Deus</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/10/01/o-senador-que-processou-deus/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 02:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[petição]]></category>
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		<description><![CDATA[Um político dos Estados Unidos ajuizou uma ação contra Deus, para que Este fosse proibido de fazer contínuas ameaças e atos de terrorismo.
O Todo-Poderoso foi acusado de ser o causador de enchentes, terremotos, furacões, tornados, pragas, fome, secas, guerras e doenças congênitas. Tais desgraças teriam provocado muitos prejuízos, além da morte impiedosa de milhões e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um político dos <strong>Estados Unidos</strong> ajuizou uma ação contra Deus, para que Este fosse proibido de fazer contínuas ameaças e atos de terrorismo.</p>
<p>O Todo-Poderoso foi acusado de ser o causador de enchentes, terremotos, furacões, tornados, pragas, fome, secas, guerras e doenças congênitas. Tais desgraças teriam provocado muitos prejuízos, além da morte impiedosa de milhões e milhões de habitantes da Terra, incluindo crianças, bebês, lactentes, idosos e enfermos, mas o Réu não manifestara remorso ou compaixão.</p>
<p>O Senhor ainda teria determinado aos seus seguidores que disseminassem pregações e documentos ameaçando novas calamidades de modo a inspirar medo, ansiedade e incerteza na população, para coagi-la a cumprir os seus desejos. O autor da ação registra ainda que, considerando a conduta do Réu no passado, as ameaças terroristas gozariam de credibilidade.</p>
<p><div class="ice ice_left" style="width:167px;"><a rel="lightbox" href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/o-senador-que-processou-deus.png"><img src="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/o-senador-que-processou-deus1.png" alt="Este é o autor da ação, não o Réu." align="left" /></a><br style="clear:both" /><span>Este é o autor da ação, não o Réu.</span></div>A ação foi ajuizada pelo senador <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ernie_Chambers">Ernie Chambers</a> na Justiça do Estado do Nebraska, que seria competente em razão de o Réu ser <em>onipresente</em>. O autor sustentou ainda a desnecessidade de citação pessoal, porque o Requerido também é <em>onisciente</em>.</p>
<p>Na verdade, a ação, ajuizada em setembro de 2007 e ainda em andamento, foi um protesto do senador contra a litigância excessiva. Logo apareceram duas defesas nos autos: uma feita por um grupo de religiosos, outra redigida em nome de Deus e protocolada por uma pessoa não identificada.</p>
<p>Se fosse no Brasil, provavelmente a ação seria extinta, devido à coincidência dos três pólos processuais: senadores e juízes, em grande parte, também pensam que são Deus&#8230;</p>
<p><a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/o-senador-que-processou-deus.pdf"><img src="http://jus.uol.com.br/img/paginalegal/icon_download.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/o-senador-que-processou-deus.pdf"><strong>Original disponível para download</strong></a></p>
<p><em>(Com informações de <a href="http://www.theregister.co.uk/2007/09/21/man_sues_god/">The Register</a>, <a href="http://www.wowt.com/news/headlines/9834121.html">Wowt</a>, <a href="http://en.wikinews.org/wiki/Nebraska_Senator_sues_God">Wikinews</a>, <a href="http://www.ketv.com/news/17099764/detail.html">KeTV</a>, <a href="http://www.huffingtonpost.com/huff-wires/20070917/odd-suing-god/">Huffington Post</a>, <a href="http://www.christianpost.com/article/20070920/-god-responds-to-senator-s-almighty-lawsuit.htm">The Christian Post</a> e <a href="http://www.boingboing.net/2007/09/18/nebraska-senator-sue.html">BoingBoing</a>)</em></p>
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		<title>Separação cãosensual</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/09/29/separacao-caosensual/</link>
		<comments>http://www.paginalegal.com/2008/09/29/separacao-caosensual/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 00:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[separação]]></category>

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		<description><![CDATA[Há casamentos que se desfazem litigiosamente, com disputas intermináveis pela guarda das crianças e conflitos na fixação e no pagamento da pensão alimentícia.
Outros casais, contudo, fazem acordos e resolvem amigavelmente seus problemas, cabendo ao juiz apenas o papel de homologar o que foi decidido pelos ex-cônjuges.
Em São Paulo, houve um caso em que as partes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há casamentos que se desfazem litigiosamente, com disputas intermináveis pela guarda das crianças e conflitos na fixação e no pagamento da pensão alimentícia.</p>
<p>Outros casais, contudo, fazem acordos e resolvem amigavelmente seus problemas, cabendo ao juiz apenas o papel de homologar o que foi decidido pelos ex-cônjuges.</p>
<p>Em São Paulo, houve um caso em que as partes, além de dividir os bens, partilhar as despesas e renunciar à pensão, ainda estabeleceram regras sobre os <strong>alimentos</strong>, as <strong>visitas</strong>, as <strong>despesas médicas</strong> e até os <strong>remédios</strong> e as <strong>vacinas</strong> de seus <strong>dois filhotes</strong>.</p>
<p>Nada de mais, se os dois filhotes pertencessem à espécie humana:</p>
<p><img src="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/separacao-caosensual.jpg" alt="" /></p>
<p><a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/separacao-caosensual.pdf"><img src="http://jus.uol.com.br/img/paginalegal/icon_download.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/separacao-caosensual.pdf"><strong>Original disponível para download</strong></a></p>
<p>O juiz homologou o acordo na íntegra, apesar do parecer desfavorável do promotor.</p>
<p><div class="ice ice_nowrap" style="width:500px;"><a rel="lightbox" href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/separacao-caosensual-casal-grande.jpg"><img src="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/separacao-caosensual-casal.jpg" alt="Fotos que bem poderiam ser do casal e seus filhotes, não necessariamente nessa ordem." /></a><br style="clear:both" /><span>Fotos que bem poderiam ser do casal e seus filhotes, não necessariamente nessa ordem.</span></div></p>
<p><em>(Baseado em informação do blog <a href="http://advocacia.wordpress.com/2007/06/26/cachorrinho-esta-latindo/">Advocacia Psicótica</a>. Fotos: <a href="http://www.seucachorro.com/caes-parecidos-com-os-donos/">Ração Cesar</a>)</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O preço dos apelidos</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/09/27/o-preco-dos-apelidos/</link>
		<comments>http://www.paginalegal.com/2008/09/27/o-preco-dos-apelidos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 01:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[partes]]></category>
		<category><![CDATA[apelido]]></category>
		<category><![CDATA[dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/?p=640</guid>
		<description><![CDATA[Trabalhadores vítimas de assédio moral têm obtido indenizações na Justiça do Trabalho como reparação por apelidos humilhantes que receberam no ambiente laboral.
Eis uma pequena relação de alcunhas jocosas dos ex-empregados e os respectivos valores das indenizações a que foram condenadas as empresas:

Javali: 84 mil reais
Ferroviário ganhou apelido porque &#8220;já valeu&#8221; alguma coisa antes


Cinderela: 60 mil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhadores vítimas de assédio moral têm obtido indenizações na Justiça do Trabalho como reparação por apelidos humilhantes que receberam no ambiente laboral.</p>
<p>Eis uma pequena relação de alcunhas jocosas dos ex-empregados e os respectivos valores das indenizações a que foram condenadas as empresas:</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.conjur.com.br/static/text/52690,1">Javali</a>:</strong> 84 mil reais<br />
Ferroviário ganhou apelido porque &#8220;já valeu&#8221; alguma coisa antes</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.conjur.com.br/static/text/45467,1">Cinderela</a>:</strong> 60 mil reais<br />
Bancária tinha que trabalhar sozinha nos porões</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.conjur.com.br/static/text/52340,1">Menino da Febem</a>:</strong> 50 mil reais<br />
Ferroviário foi isolado sem tarefas numa sala fria e úmida</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.conjur.com.br/static/text/43444,1">Comedor de lixo</a>:</strong> 40 mil reais<br />
Empregado levou apelido por comer restos de pizza</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/no_noticias.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;p_cod_noticia=7454">Pé na cova</a>:</strong> 30 mil reais<br />
Acidentado no trabalho quase morre e ainda teve que escutar gracinhas</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.conjur.com.br/static/text/32655,1">Urubu e nariz de batata</a>:</strong> 30 mil reais<br />
Empregado de lanchonete era discriminado por ser negro</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.conjur.com.br/static/text/35430,1">Magda</a>:</strong> 24 mil reais<br />
Empregada recebia conselhos para não comer mais banana</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.conjur.com.br/static/text/58920,1">Barriga de pochete</a>:</strong> 16 mil reais<br />
Vendedora era alvo de gozação do gerente em razão de sua obesidade</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.conjur.com.br/static/text/56988,1">Lanterninha</a>:</strong> 10 mil reais<br />
Outro vendedor, que não conseguia atingir as metas de vendas</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.conjur.com.br/static/text/37426,1">Gordinha</a>:</strong> 8 mil reais<br />
Empregada não era tratada pelo nome, mas pela característica física</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.conjur.com.br/static/text/47386,1">Toddynho</a>:</strong> 5 mil reais<br />
Operador de câmera era marronzinho e teria o &#8220;canudo pequenininho&#8221;</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.conjur.com.br/static/text/50125,1">Martaruga</a>:</strong> 0 reais<br />
Juiz entendeu que o apelido não ofendeu a reclamante</li>
</ul>
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		<title>A confissão do crente</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 22:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[confissão]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>
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		<description><![CDATA[Em Mogi das Cruzes (SP), uma pessoa teve objetos furtados de sua casa e encontrou-os, horas depois, num terreno baldio, no quintal de seu vizinho. Este, que dormia tranqüilamente em sua casa, foi então preso em flagrante, sob a acusação de roubo. À polícia, disse que não sabia de nada.
A esposa do acusado procurou o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em <strong>Mogi das Cruzes (SP)</strong>, uma pessoa teve objetos furtados de sua casa e encontrou-os, horas depois, num terreno baldio, no quintal de seu vizinho. Este, que dormia tranqüilamente em sua casa, foi então preso em flagrante, sob a acusação de roubo. À polícia, disse que não sabia de nada.</p>
<p>A esposa do acusado procurou o advogado <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4266212U3">Vitor Monacelli Fachinetti Junior</a>, dizendo que o vizinho estava disposto a esquecer o assunto e inocentá-lo.</p>
<p>O causídico foi então conversar com o réu na cadeia, dizendo-lhe que deveria negar tudo no depoimento perante o juiz.</p>
<p>– Impossível. Agora eu sou evangélico. Fui eu mesmo quem roubei. O pastor disse que não posso mentir. Direi a verdade. Deus e o juiz me perdoarão.</p>
<p>O advogado ainda argumentou que a confissão seria muito arriscada, pois a absolvição era quase certa, já que não havia nenhuma outra prova em seu desfavor. Explicou que a pena era alta e que o pastor cuidaria da justiça de Deus, mas o advogado é que trataria de coisas menores, como a justiça dos homens. De nada adiantou, pois o réu estava decidido.</p>
<p>No dia da audiência, o réu fez uma confissão detalhada. A vítima, por sua vez, disse que acreditava na inocência do vizinho e que não poderia reconhecer o ladrão, que estava usando capacete.</p>
<p>Dias depois, o advogado foi pessoalmente à cadeia dar a notícia:</p>
<p>– Saiu a sentença!</p>
<p>Animado, o acusado exclamou, feliz da vida:</p>
<p>– Eu sabia! Com a glória de Deus, foi rápido!</p>
<p>O causídico explicou com um olhar sério:</p>
<p>– Você foi condenado 5 anos e 4 meses.</p>
<p>Desolado, o réu murchou o sorriso e exclamou:</p>
<p>– Pastor filho da p<font color="white">uta</font>!</p>
<p><em>(Baseado em texto publicado no <a href="http://www.neofito.com.br/adrisum/causo43.htm">Neófito</a>)</em></p>
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		<title>A roceira e o juiz</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 02:12:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[partes]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[inss]]></category>
		<category><![CDATA[palavrão]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma senhora de idade do interior, muito humilde e ingênua, ajuizou ação de justificação de tempo de trabalho rural, com vistas à obtenção de benefício previdenciário.
Durante a audiência, o juiz constatou, após fazer algumas perguntas à autora, que inexistia início de prova material (documentos ou fotografias), o que impossibilitaria a concessão do pedido.
Após colhidas as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma senhora de idade do interior, muito humilde e ingênua, ajuizou ação de justificação de tempo de trabalho rural, com vistas à obtenção de benefício previdenciário.</p>
<p>Durante a audiência, o juiz constatou, após fazer algumas perguntas à autora, que inexistia início de prova material (documentos ou fotografias), o que impossibilitaria a concessão do pedido.</p>
<p>Após colhidas as assinaturas na ata, o magistrado, com muita sensibilidade social, passou a informar à autora a situação do processo e o seu provável desfecho.</p>
<p>A autora acompanhava a explicação com ar pensativo, com a mão no queixo já bem afinado do lado direito pelo cachimbo que pitava constantemente.</p>
<p>Quando o juiz disse que não seria possível uma decisão favorável porque não havia prova do trabalho na roça, a senhora se exaltou. Dirigindo-se ao juiz, exclamou:</p>
<p>– <em>Num</em> trabalhei na roça? <em>Num</em> trabalhei na roça? Seu c<font color="white">u</font> que eu <em>num</em> trabalhei na roça!</p>
<p>O juiz e o escrivão tiveram que sair de fininho para a sala anexa, onde puderam rir bastante da situação&#8230;</p>
<p><em>(Colaboração do leitor João Miguel Araujo dos Santos)</em></p>
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		<title>Fimose não é doença do trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 13:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[partes]]></category>
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		<category><![CDATA[goiás]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[processo do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um trabalhador ajuizou reclamação contra a empresa de logística da qual foi demitido, requerendo, além de diferenças salariais, uma indenização em virtude de doença supostamente adquirida no trabalho.
Nada de mais, se a doença em questão não fosse fimose.
Para colocar o ex-empregador no pau, o reclamante alegou que o seu trabalho teria agravado a fimose e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um trabalhador ajuizou <a href="http://www.trt18.jus.br/pls/site/sap1g2g_separa_cons?p_num=01390&amp;p_ano=2008&amp;p_vara=8">reclamação</a> contra a empresa de logística da qual foi demitido, requerendo, além de diferenças salariais, uma indenização em virtude de doença supostamente adquirida no trabalho.</p>
<p>Nada de mais, se a doença em questão não fosse <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fimose">fimose</a></strong>.</p>
<p>Para colocar o ex-empregador <a href="http://www.dicionarioinformal.com.br/definicao.php?palavra=botar+no+pau&amp;id=3279">no pau</a>, o reclamante alegou que o seu trabalho teria agravado a fimose e causado problemas nos joelhos. Disse que trabalhava como conferente de mercadorias, carregando objetos pesados. Em razão de se encontrar impossibilitado de retornar ao trabalho, pediu indenização de R$ 3.000,00.</p>
<p>O juiz do Trabalho não se comoveu com as alegações:</p>
<blockquote><p>No tocante à doença, é evidente que fimose não tem qualquer relação com o trabalho, jamais podendo ser caracterizada como doença ocupacional.</p>
<p>Sabe-se que fimose é a dificuldade ou mesmo a impossibilidade de expor a glande do pênis em razão de o prepúcio ter um anel muito estreito.</p>
<p>Como ninguém deve deixar o pênis exposto no trabalho, não pode haver relação entre o citado membro e o labor desempenhado na empresa.</p>
<p>Aliás, chega às raias do absurdo a alegação do reclamante.</p>
<p>Uma coisa temos que reconhecer: é preciso muita coragem para ajuizar uma ação desse tipo. (&#8230;)</p>
<p>Impossível alegar que o problema no membro atingido pudesse provocar perda ou redução da capacidade para o trabalho, já que o &#8220;dito cujo&#8221; não deve ser usado no ambiente de trabalho. (&#8230;)</p>
<p>Sendo impossível alegar qualquer relação de causalidade do problema sofrido pelo autor, que aliás já foi solucionado conforme declarado em seu depoimento pessoal, e também não restando provado o alegado problema nos joelhos, indefero o pedido de &#8220;indenização por demissão sem justa causa de empregado doente&#8221;.</p></blockquote>
<p>O juiz também indeferiu os demais pedidos, fazendo referência literal a alguns erros de português existentes na petição inicial:</p>
<blockquote><p>Não foram demonstradas diferenças salariais por &#8220;reposisão (sic) salarial&#8221;, ou seja, &#8220;por exercer funsão (sic) superior a espesifica (sic) no contrato&#8221; (fl. 07).</p></blockquote>
<p>Por fim, o juiz deixou de condenar o reclamante nas penas por litigância de má-fé, justificando que, em virtude do <del>glande</del> grande sofrimento do autor, isso não atenderia aos fins <del>prepúcios</del> precípuos da Vara.</p>
<p><a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/fimose-nao-e-doenca-do-trabalho.pdf"><img src="http://jus.uol.com.br/img/paginalegal/icon_download.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/fimose-nao-e-doenca-do-trabalho.pdf"><strong>Original disponível para download</strong></a></p>
<p>Quem sabe se fossem hemorróidas&#8230;</p>
<p><em>(Post baseado em dica de Emmanuel Sampaio, de Fortaleza/CE)</em></p>
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		<title>O tarado da fila do banco</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/08/31/o-tarado-da-fila-do-banco/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 23:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[partes]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
		<category><![CDATA[dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[distrito federal]]></category>
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		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma mulher aguardava na fila dos caixas eletrônicos de uma agência do Bradesco, quando um homem encostou-se nas suas nádegas. Após procurar ajuda de funcionários do banco, foi à mesa do gerente. Na fila da gerência, o cidadão se posicionou novamente atrás da mulher, colocou o pênis para fora, encostou-o na vítima, masturbou-se e ejaculou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mulher aguardava na fila dos caixas eletrônicos de uma agência do Bradesco, quando um homem encostou-se nas suas nádegas. Após procurar ajuda de funcionários do banco, foi à mesa do gerente. Na fila da gerência, o cidadão se posicionou novamente atrás da mulher, colocou o pênis para fora, encostou-o na vítima, masturbou-se e ejaculou nas roupas dela.</p>
<p>O fato ocorreu em 2001 na cidade satélite de Gama, no <strong>Distrito Federal</strong>, sendo presenciado por vários clientes, que ajudaram a imobilizar o maníaco, o qual foi preso.</p>
<p>A vítima ajuizou uma <a href="http://tjdf19.tjdft.jus.br/cgi-bin/tjcgi1?NXTPGM=plhtml02&amp;ORIGEM=INTER&amp;TitCabec=2%AA+Inst%E2ncia+%3E+Consulta+Processual&amp;CHAVE=2001.011099448&amp;SELECAO=1&amp;pesquisa=Pesquisar">ação de indenização</a> contra o banco, requerendo indenização de R$ 90.600,00. No final, o tribunal fixou a reparação em R$ 30.000,00.</p>
<p><a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/o-tarado-da-fila-do-banco.pdf"><img src="http://jus.uol.com.br/img/paginalegal/icon_download.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/o-tarado-da-fila-do-banco.pdf"><strong>Original disponível para download</strong></a></p>
<p><strong>Escolha o comentário mais infame para a notícia:</strong></p>
<ul>
<li>O cidadão pensou estar num <em>banco</em> de sêmen e tentou fazer um depósito na <em>poupança</em> da cliente.</li>
<li>Para protestar contra a demora nas filas do banco, o cidadão resolveu <em>tirar o atraso</em> ali mesmo.</li>
<li>A condenação foi injusta, pois o banco não teve culpa em <em>p<span style="color: white;">orra</span> nenhuma</em>.</li>
<li>A notícia é séria. Melhor não fazer <em>gozação</em>.</li>
</ul>
<p><em>(Baseado em notícia do <a href="http://www.conjur.com.br/static/text/33857,1">Consultor Jurídico</a>)</em></p>
]]></content:encoded>
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