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	<title>Página Legal &#187; piadas</title>
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	<description>O cotidiano jurídico com muito bom humor</description>
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    <title>Página Legal</title>
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    <description>Página Legal - http://www.paginalegal.com</description>
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		<title>O correto e o justo</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 17:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[piadas]]></category>
		<category><![CDATA[juízes]]></category>
		<category><![CDATA[motel]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um juiz está saindo do motel quando cruza com o carro de um colega de toga. 
Ambos então percebem que cada um estava com a esposa do outro no banco do passageiro.
Passada a surpresa, um deles, respeitosamente, dirige-se ao outro com o seguinte pedido:
– Nobre colega, julgo que o correto seria que a minha esposa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um juiz está saindo do motel quando cruza com o carro de um colega de toga. </p>
<p>Ambos então percebem que cada um estava com a esposa do outro no banco do passageiro.</p>
<p>Passada a surpresa, um deles, respeitosamente, dirige-se ao outro com o seguinte pedido:</p>
<p>– Nobre colega, julgo que o <strong>correto</strong> seria que a minha esposa viesse para o meu carro, e que a sua mulher voltasse no carro de Vossa Excelência.</p>
<p>O outro, então, responde solenemente:</p>
<p>– Concordo plenamente, nobre colega, que isso seria o <strong>correto</strong>. No entanto, não seria <strong>justo</strong>, considerando que vocês estão saindo e nós estamos entrando.</p>
<p><em>(Baseado em post do <a href="http://professormanuel.blogspot.com/2008/08/gracinhas-jurdicas-diferena-entre-justo.html">Blog do Professor Manuel</a>)</em></p>
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		<title>Banho no lago</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/10/02/banho-no-lago/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 00:55:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[piadas]]></category>
		<category><![CDATA[lago]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma jovem muito bonita caminhava por uma trilha no bosque quando encontrou um lago. Bastante cansada, resolveu beber água para se refrescar um pouco.
Mas o calor estava muito grande e a moça não resistiu à vontade de tomar um banho. Como não trouxera biquíni, conferiu se não havia alguém por perto e tirou toda a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma jovem muito bonita caminhava por uma trilha no bosque quando encontrou um lago. Bastante cansada, resolveu beber água para se refrescar um pouco.</p>
<p>Mas o calor estava muito grande e a moça não resistiu à vontade de tomar um banho. Como não trouxera biquíni, conferiu se não havia alguém por perto e tirou toda a roupa antes de mergulhar.</p>
<p>Assim que caiu na água, apareceu um guarda que estava escondido atrás de uma árvore:</p>
<p>– Senhorita, vou ter que multá-la, porque é proibido nadar neste lago.</p>
<p>Completamente embaraçada, a mulher deu um grito assustado, cobriu-se como pôde, correu para a margem e recolheu suas peças de roupa. Depois de se esconder por trás de uma moita, é que recuperou a fala para reclamar com o guarda:</p>
<p>– Moço, você está maluco? Por que o senhor não me avisou antes de eu tirar a roupa?</p>
<p>– Bem&#8230; é que não existe nenhuma lei proibindo tirar a roupa na margem do lago.</p>
<p><strong>Veja também:</strong> <a href="http://www.paginalegal.com/2008/06/14/o-indicio-da-pescadora/">outra piadinha com uma mulher e um lago</a>.</p>
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		<title>Redução da pena</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/08/23/reducao-da-pena/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 15:47:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[piadas]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[direito penal]]></category>
		<category><![CDATA[pena]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois colegas conversam:
– Quebrei um espelho hoje.
– Puxa, são sete anos de azar!
– Seriam, mas já falei com meu advogado e ele disse que consegue reduzir para quatro.
Acusado de um crime monstruoso em que todas as provas lhe eram desfavoráveis e já condenado em primeira instância, o preso propôs ao seu advogado um bônus nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois colegas conversam:</p>
<p>– Quebrei um espelho hoje.</p>
<p>– Puxa, são sete anos de azar!</p>
<p>– Seriam, mas já falei com meu advogado e ele disse que consegue reduzir para quatro.</p>
<hr size="2" />Acusado de um crime monstruoso em que todas as provas lhe eram desfavoráveis e já condenado em primeira instância, o preso propôs ao seu advogado um bônus nos honorários, proporcional à redução da pena:</p>
<p>– Se você conseguir reduzir minha condenação em um terço, pagarei 50% a mais do que foi ajustado. Se reduzir à metade, pagarei o dobro. E se reduzir em dois terços, pagarei duas vezes e meia.</p>
<p>Assim que acaba o julgamento pelo tribunal, o advogado chega exultante para anunciar:</p>
<p>– Tenho ótimas notícias! Consegui reduzir sua pena em dois terços. Tivemos muita sorte: os desembargadores queriam absolvê-lo!</p>
<hr size="2" />Um condenado à morte aguarda ansioso pela visita de seu advogado, que foi tentar o último recurso na Suprema Corte. O prisioneiro enche-se de esperança quando vê seu advogado chegar com um semblante satisfeito e anunciar:</p>
<p>– Tenho boas notícias!</p>
<p>– Quer dizer que não vou mais para a cadeira elétrica?</p>
<p>– Infelizmente não foi possível substituir a pena, mas consegui diminuí-la pela metade&#8230; Em vez de ser executado com um choque de 6.000 volts, serão apenas 3.000 volts!</p>
<hr size="2" />
<ul>
<li><strong>Leia também:</strong> um <a href="http://www.paginalegal.com/2008/02/08/o-traficante/">causo</a> de &#8220;redução de pena&#8221; com base na antiga Lei de Tóxicos.</li>
</ul>
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		<title>Discriminação na penitenciária</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/08/20/discriminacao-na-penitenciaria/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 17:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[piadas]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[penitenciária]]></category>

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		<description><![CDATA[Um advogado criminalista estava enfrentando um problema profissional. Em virtude de sucessivas derrotas na defesa de seus patrocinados, adquirira péssima fama e passou a ser discriminado pelos colegas.
Certo dia, chegou à penitenciária para visitar um de seus clientes. Tratava-se de um rapaz que realmente era inocente, mas a defesa promovida pelo causídico fora tão deficiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um advogado criminalista estava enfrentando um problema profissional. Em virtude de sucessivas derrotas na defesa de seus patrocinados, adquirira péssima fama e passou a ser discriminado pelos colegas.</p>
<p>Certo dia, chegou à penitenciária para visitar um de seus clientes. Tratava-se de um rapaz que realmente era inocente, mas a defesa promovida pelo causídico fora tão deficiente que o homem acabou sendo injustamente condenado.</p>
<p>Ao chegar ao local, o advogado percebeu que os funcionários próximos o olhavam de forma diferente, como se a sua presença fosse inoportuna. Ao chegar à portaria principal, foi barrado e não pôde entrar. Indignado, passou a clamar por suas prerrogativas:</p>
<p>– Isso é um absurdo! Exijo respeito! Sou um advogado e tenho direito a entrar para conversar com meu constituinte! Não conhece o Estatuto da Advocacia?</p>
<p>– Calma, doutor. O senhor pode entrar, mas não por esta portaria. É que nossos fornecedores têm acesso pela porta dos fundos.</p>
<p><em>(Adaptado de causo publicado no livro <a href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:1234734/tags:o+advogado+que+ri">O advogado que ri</a>, de Milton Célio de Oliveira Filho e Nelson Lopes de Oliveira Ferreira Jr. São Paulo, Matrix, 2005)</em></p>
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		<title>Argumento machista</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/08/03/argumento-machista/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Aug 2008 20:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[piadas]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[filiação]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa audiência na Vara de Família, uma mãe se esforça para garantir o direito à guarda da filhinha:
– Excelência, eu é quem devo ficar com a criança. Afinal, ela foi gerada dentro de meu ventre, fui eu quem a carreguei durante nove meses&#8230; É muito injusto que ela seja retirada de mim!
Dada a palavra ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa audiência na Vara de Família, uma mãe se esforça para garantir o direito à guarda da filhinha:</p>
<p>– Excelência, eu é quem devo ficar com a criança. Afinal, ela foi gerada dentro de meu ventre, fui eu quem a carreguei durante nove meses&#8230; É muito injusto que ela seja retirada de mim!</p>
<p>Dada a palavra ao marido, este dá um sorrisinho e diz:</p>
<p>– Doutor, vou fazer apenas uma pergunta. Quando eu coloco uma moeda numa máquina de vender refrigerantes, a latinha que sai é minha ou da máquina?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A última prestação da pensão</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/07/27/a-ultima-prestacao-da-pensao/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 14:49:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[piadas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>

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		<description><![CDATA[Contrariado como sempre, um empresário vai ao cartório para pagar a pensão alimentícia devida à sua filha, nascida do casamento com uma advogada, rompido há mais de dez anos.
Lá, encontra a sua ex-mulher, que já espera impaciente pelo pagamento de todo mês.
O comerciante, sem cumprimentá-la, vai diretamente ao balcão e entrega à funcionária do cartório [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Contrariado como sempre, um empresário vai ao cartório para pagar a pensão alimentícia devida à sua filha, nascida do casamento com uma advogada, rompido há mais de dez anos.</p>
<p>Lá, encontra a sua ex-mulher, que já espera impaciente pelo pagamento de todo mês.</p>
<p>O comerciante, sem cumprimentá-la, vai diretamente ao balcão e entrega à funcionária do cartório um pequeno maço de notas de cinqüenta.</p>
<p>Esta, cuidadosamente, conta o dinheiro e o entrega à mulher, que o recebe, assinando o recibo para juntada aos autos do processo de pensão alimentícia.</p>
<p>Somente então o homem fita a ex-esposa com um olhar rancoroso e exclama, exultante:</p>
<p>– Finalmente! Esta é a última vez que você viu a cor de meu dinheiro! No próximo mês, nossa filha vai completar 18 anos e agora não terá mais direito a pensão! E agora, o que mais você poderá dizer para me magoar?</p>
<p>– Você não é o pai.</p>
<p><em>(Inspirado em piada publicada no blog <a href="http://www.advocomicos.blogger.com.br/2003_09_01_archive.html#7539093">Advocômicos</a>)</em></p>
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		<title>Barbie Divorciada</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/07/16/barbie-divorciada/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 10:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[piadas]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>

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		<description><![CDATA[A piadinha não é nova, mas sempre há quem não conheça&#8230;
Um pai vai ao shopping para comprar um brinquedo novo para sua filhinha.
Lá chegando, olha a vitrine e percebe que existem Barbies de vários preços e modelos:

Barbie Clássica: R$ 19,99
Barbie Praia: R$ 19,99
Barbie Bailarina: R$ 24,90
Barbie Noiva: R$ 54,90

Barbie Princesa: R$ 149,99

A certa altura, pára [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A piadinha não é nova, mas sempre há quem não conheça&#8230;</p>
<p>Um pai vai ao shopping para comprar um brinquedo novo para sua filhinha.</p>
<p>Lá chegando, olha a vitrine e percebe que existem Barbies de vários preços e modelos:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.submarino.com.br/toys_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=3&amp;ProdId=21318026&amp;ST=SR&amp;franq=258096">Barbie Clássica:</a> R$ 19,99</li>
<li><a href="http://www.submarino.com.br/toys_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=3&amp;ProdId=1861987&amp;ST=SR&amp;franq=258096">Barbie Praia:</a> R$ 19,99</li>
<li><a href="http://www.submarino.com.br/toys_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=3&amp;ProdId=21309501&amp;ST=SR&amp;franq=258096">Barbie Bailarina:</a> R$ 24,90</li>
<li><a href="http://www.submarino.com.br/toys_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=3&amp;ProdId=21309504&amp;ST=SR&amp;franq=258096">Barbie Noiva:</a> R$ 54,90</li>
<li><a href="http://www.submarino.com.br/toys_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=3&amp;ProdId=21351247&amp;ST=SR&amp;franq=258096"></a></li>
<li><a href="http://www.submarino.com.br/toys_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=3&amp;ProdId=21374161&amp;ST=SR&amp;franq=258096">Barbie Princesa:</a> R$ 149,99</li>
</ul>
<p>A certa altura, pára diante de uma enorme caixa e observa o preço nela afixado:</p>
<ul>
<li>Barbie Divorciada: R$ 1.999,99</li>
</ul>
<p>Estupefato, pergunta ao vendedor:</p>
<p>– Puxa!! Por que essa boneca é tão mais cara que as outras?</p>
<p>O vendedor faz uma expressão entediada e responde:</p>
<p>– É que a Barbie Divorciada vem com o computador do Jen, o carro do Ken, a casa do Ken, a mobília do Ken, a lancha do Ken, a pensão do Ken e dois amiguinhos do Ken&#8230;</p>
<p><img src="http://www.paginalegal.com/wp-content/files/barbie-divorciada.jpg" alt="" /></p>
<p><em>(Foto: <a href="http://www.worth1000.com">Worth1000.com</a>, reproduzido do <a href="http://www.smile4me-4ever.com/getalaughortwo.htm">Smile4me-4ever</a>)</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O indício da pescadora</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/06/14/o-indicio-da-pescadora/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 12:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[piadas]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[lago]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma advogada resolve tirar uns dias de férias e aluga uma casinha na montanha à beira de um lago.
Aproveitando o dia bonito, ela pega um barquinho e rema até o meio do lago, onde ela lança um pequeno objeto como âncora e se encosta para ler um livro.
Algum tempo depois, chega uma lancha da polícia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma advogada resolve tirar uns dias de férias e aluga uma casinha na montanha à beira de um lago.</p>
<p>Aproveitando o dia bonito, ela pega um barquinho e rema até o meio do lago, onde ela lança um pequeno objeto como âncora e se encosta para ler um livro.</p>
<p>Algum tempo depois, chega uma lancha da polícia florestal. O guarda percebe que, dentro do barco da advogada, havia uma rede de pescar, um anzol e algumas iscas. Dirige-se então à mulher:</p>
<p>– Vou ter que multá-la, porque é proibido pescar nesta lagoa.</p>
<p>– Ora, mas eu não estava pescando!</p>
<p>– Senhora, o material que está dentro do barco é o indício que a senhora iria pescar.</p>
<p>– Se o senhor me multar, eu vou processá-lo por assédio sexual.</p>
<p>– A senhora está louca? Eu não fiz nada!</p>
<p>– Mas o senhor tem todo o material e isso é indício que iria fazê-lo em breve.</p>
<p><em>(Colaboração de Roger Chadel)</em></p>
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		<title>A porta da esperança</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/06/02/a-porta-da-esperanca/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 04:06:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[piadas]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[júri]]></category>

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		<description><![CDATA[Sessão do tribunal do júri. O réu, acusado de homicídio, era defendido por um advogado que baseava a sua argumentação na falta de materialidade do crime, pois o cadáver não fora encontrado.
O causídico que defendia o réu fazia a sustentação oral quando seu celular tocou. Após pedir licença, atendeu a ligação. Falou ao telefone por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sessão do tribunal do júri. O réu, acusado de homicídio, era defendido por um advogado que baseava a sua argumentação na falta de materialidade do crime, pois o cadáver não fora encontrado.</p>
<p>O causídico que defendia o réu fazia a sustentação oral quando seu celular tocou. Após pedir licença, atendeu a ligação. Falou ao telefone por alguns instantes, abriu um largo sorriso e dirigiu-se ao júri com uma bombástica surpresa que mudaria todo o rumo do julgamento:</p>
<p>– Senhores jurados, eu tenho uma novidade! Acabo de receber a informação de que, dentro de dois minutos, a suposta vítima vai entrar neste salão e provar que está viva!</p>
<p>Todos ficaram espantados com a informação e voltaram os olhos para a porta.</p>
<p>O advogado pediu que todos aguardassem por alguns minutos. O tempo passou e ninguém chegou.</p>
<p>O juiz, já impaciente, pediu explicações ao patrono do réu. Este, após atender outro telefonema, falou:</p>
<p>– Senhores, infelizmente a pessoa desaparecida não poderá vir. Mas o que importa é que todos vocês olharam para porta com a expectativa de ver a suposta vítima. Portanto, ficou claro que ninguém tem certeza se realmente ela está morta. Por isso, peço aos jurados que concedam o benefício da dúvida, absolvendo o réu.</p>
<p>Ainda atônitos, os jurados se retiraram para a sala ao lado a fim de proferir sua decisão. Quando retornaram, o juiz leu o resultado da votação: o júri considerou o réu culpado, por unanimidade.</p>
<p>Terminada a sessão, o advogado, inconformado, foi conversar com um jurado:</p>
<p>– Como vocês puderam condenar o réu? Eu vi todos vocês olharem fixamente para a porta! Está claro que vocês estavam em dúvida!</p>
<p>O jurado, bastante observador, respondeu:</p>
<p>– Sim, é verdade. Todos nós olhamos para a porta, menos o seu cliente.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A consulta do açougueiro</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/02/15/a-consulta-do-acougueiro/</link>
		<comments>http://www.paginalegal.com/2008/02/15/a-consulta-do-acougueiro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 13:16:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[piadas]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>
		<category><![CDATA[carne]]></category>

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		<description><![CDATA[Um açougueiro da vizinhança vai ter com um advogado em seu escritório:
– Se um cachorro solto na rua entra num açougue e rouba um pedaço de carne, o dono da loja tem direito a reclamar o pagamento do dono do cachorro?
– Sim, é claro! – responde o advogado.
– Então você me deve vinte reais. Seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um açougueiro da vizinhança vai ter com um advogado em seu escritório:</p>
<p>– Se um cachorro solto na rua entra num açougue e rouba um pedaço de carne, o dono da loja tem direito a reclamar o pagamento do dono do cachorro?</p>
<p>– Sim, é claro! – responde o advogado.</p>
<p>– Então você me deve vinte reais. Seu cachorro estava solto e roubou um filé da minha loja.</p>
<p>O advogado coça a cabeça e responde:</p>
<p>– O senhor tem razão, mas me deve trezentos e oitenta reais, porque a consulta custa quatrocentos.</p>
<p><em>(Colaboração de Sandro Roberto Veloso de Araújo)</em></p>
<p><strong>Atualizado</strong> (em 04/04/2008): este caso muitos atribuem a uma pessoa em particular, mas é na verdade uma piada universal.</p>
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