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	<title>Página Legal &#187; testemunhas</title>
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	<description>O cotidiano jurídico com muito bom humor</description>
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    <title>Página Legal</title>
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    <description>Página Legal - http://www.paginalegal.com</description>
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		<title>A pistola do amante</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 09:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[testemunhas]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[júri]]></category>
		<category><![CDATA[minas gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Tribunal do júri numa comarca de Minas Gerais (possivelmente Betim ou Mateus Leme).
Um homem matara o amante da esposa a tiros após flagrá-lo em adultério.
A tese do marido era legítima defesa, pois, durante a discussão que acabou na rua, o amante o teria ameaçado com uma pistola.
Durante a oitiva de testemunhas, o juiz perguntou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tribunal do júri numa comarca de <strong>Minas Gerais</strong> (possivelmente Betim ou Mateus Leme).</p>
<p>Um homem matara o amante da esposa a tiros após flagrá-lo em adultério.</p>
<p>A tese do marido era legítima defesa, pois, durante a discussão que acabou na rua, o amante o teria ameaçado com uma pistola.</p>
<p>Durante a oitiva de testemunhas, o juiz perguntou a uma mulher que presenciara o homicídio:</p>
<p>– Quando o réu atirou, a vítima estava com a pistola na mão?</p>
<p>Enrubescida, a testemunha respondeu:</p>
<p>– Não, doutor, já tinha lavado e guardado.</p>
<p><em>(Baseado em colaboração do juiz R.C.M., publicada no blog do <a href="http://perolasjuridicas.blogspot.com/2007/04/marido-trado.html">PC Neri</a>)</em></p>
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		<title>A boa reputação do réu</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/05/02/a-boa-reputacao-do-reu/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 10:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[testemunhas]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[militar]]></category>

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		<description><![CDATA[Corriam os anos de ferro quando um subtenente do Exército, às vésperas da reforma, era julgado no tribunal militar, acusado de furto de bens do quartel.
À primeira testemunha de defesa, é feita a pergunta inicial, sobre o conceito e a idoneidade do réu, ao que esta responde:
– Excelência, não sei informar nada quanto à vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Corriam os anos de ferro quando um subtenente do Exército, às vésperas da reforma, era julgado no tribunal militar, acusado de furto de bens do quartel.</p>
<p>À primeira testemunha de defesa, é feita a pergunta inicial, sobre o conceito e a idoneidade do réu, ao que esta responde:</p>
<p>– Excelência, não sei informar nada quanto à vida particular do réu, porque não o conheço na intimidade, mas no quartel todos sabem que é conhecido como &#8220;muambeiro&#8221;.</p>
<p>O advogado, lívido, ainda conseguiu reverter o estrago e obter a absolvição do acusado.</p>
<p><em>(Adaptado de artigo do advogado <strong>Albarino de Mattos Guedes</strong>, publicado na coletânea <em>&#8220;O Pitoresco na Advocacia&#8221;</em>, coord. Fernandino Caldeira de Andrada, Curitiba, Associação Cultural Avelino A. Vieira, 1990)</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conhecimento direto</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/04/23/conhecimento-direto/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 11:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[testemunhas]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[juridiquês]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>

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		<description><![CDATA[Audiência em ação de despejo, nos autos do Processo nº 160/1961, da Comarca de São José dos Pinhais (PR).
O saudoso juiz Assad Amadeo Yassim ouvia as testemunhas do réu.
O advogado do autor, Arthur de Souza, percebendo que a testemunha tinha sido instruída a narrar fatos que não correspondiam à verdade, solicitou ao magistrado que indagasse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Audiência em ação de despejo, nos autos do Processo nº 160/1961, da Comarca de <strong>São José dos Pinhais (PR)</strong>.</p>
<p>O saudoso juiz Assad Amadeo Yassim ouvia as testemunhas do réu.</p>
<p>O advogado do autor, Arthur de Souza, percebendo que a testemunha tinha sido instruída a narrar fatos que não correspondiam à verdade, solicitou ao magistrado que indagasse a ela como tivera conhecimento dos fatos.</p>
<p>O juiz então perguntou à testemunha:</p>
<p>– Isso tudo o que acaba de falar, o senhor soube por terceiros?</p>
<p>A testemunha, sentindo-se acuada, respondeu de bate-pronto:</p>
<p>– Não, senhor, eu soube por primeiro!</p>
<p><em>(Adaptado de artigo do advogado <strong>Arthur de Souza</strong>, publicado na coletânea <em>&#8220;O Pitoresco na Advocacia&#8221;</em>, coord. Fernandino Caldeira de Andrada, Curitiba, Associação Cultural Avelino A. Vieira, 1990)</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Testemunha interessada</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/03/25/testemunha-interessada/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 12:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[testemunhas]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[rio grande do norte]]></category>
		<category><![CDATA[verdade]]></category>

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		<description><![CDATA[Em audiência realizada na 1ª Vara do Trabalho de Mossoró (RN), o juiz Edwar Abreu, antes de deferir o compromisso, perguntou à testemunha arrolada pelo reclamante se ela já havia prestado depoimento nesta condição em outra ocasião.
A testemunha, inocentemente, responde:
– Já, mas nós perdemos!
O juiz, surpreso com a franqueza, completou ironicamente:
– Mas, nesta questão, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em audiência realizada na 1ª Vara do Trabalho de <strong>Mossoró (RN)</strong>, o juiz Edwar Abreu, antes de deferir o compromisso, perguntou à testemunha arrolada pelo reclamante se ela já havia prestado depoimento nesta condição em outra ocasião.</p>
<p>A testemunha, inocentemente, responde:</p>
<p>– Já, mas nós perdemos!</p>
<p>O juiz, surpreso com a franqueza, completou ironicamente:</p>
<p>– Mas, nesta questão, o senhor tem certeza que vocês vão ganhar, né?</p>
<p>A testemunha, de pronto, assentiu:</p>
<p>– Claro, doutor!</p>
<p>Com a sabedoria de anos de experiência, o juiz dispensou o depoente.</p>
<p><em>(Com colaboração do advogado Jessé Tavares da Costa)</em></p>
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		<title>Feitiço contra o feiticeiro</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/02/12/feitico-contra-o-feiticeiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 00:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[testemunhas]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[mentira]]></category>
		<category><![CDATA[processo do trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Audiência numa Junta de Conciliação e Julgamento da Paraíba.
Como o advogado da empresa não trouxera testemunhas, convenceu um transeunte a fazer o papel de um antigo empregado da empresa.
Instruiu-o a dizer que trabalhava lá há vinte anos, e que nunca havia visto o autor da ação na empresa.
Com o depoimento da testemunha forjada, o empregado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Audiência numa Junta de Conciliação e Julgamento da Paraíba.</p>
<p>Como o advogado da empresa não trouxera testemunhas, convenceu um transeunte a fazer o papel de um antigo empregado da empresa.</p>
<p>Instruiu-o a dizer que trabalhava lá há vinte anos, e que nunca havia visto o autor da ação na empresa.</p>
<p>Com o depoimento da testemunha forjada, o empregado viu sua ação ser julgada improcedente.</p>
<p>Anos depois, o advogado do empregado que perdeu a causa encontra, na rua, o falso empregado. Puxando papo, pergunta se ele ainda trabalhava na empresa, e este confessa que nunca trabalhou lá, que foi tudo armação.</p>
<p>Acende uma luzinha na cabeça do matreiro advogado.</p>
<p>Ele então propõe ao falso empregado que entre na Justiça contra a empresa, dizendo que trabalhou lá vinte anos, sem carteira assinada, juntando como prova o depoimento que prestou na outra reclamação trabalhista.</p>
<p>Assim fez o pretenso empregado. A empresa, pega desprevenida, não pôde negar suas alegações.</p>
<p>O falso &#8220;empregado&#8221; ganhou a causa, e o advogado do verdadeiro sentiu o gostinho da vingança&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Memória de elefante</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/02/10/memoria-de-elefante/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 21:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[testemunhas]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
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		<category><![CDATA[mentira]]></category>
		<category><![CDATA[processo do trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[A testemunha do autor da ação prestava depoimento em uma reclamação trabalhista, quando o juiz perguntou:
– Quando foi que o reclamante começou a trabalhar na empresa?
A resposta foi imediata:
– Claro, foi no dia 5 de janeiro de 1979.
O juiz, mais esperto:
– E quando foi que o senhor começou a trabalhar na empresa?
A testemunha demorou um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A testemunha do autor da ação prestava depoimento em uma reclamação trabalhista, quando o juiz perguntou:</p>
<p>– Quando foi que o reclamante começou a trabalhar na empresa?</p>
<p>A resposta foi imediata:</p>
<p>– Claro, foi no dia 5 de janeiro de 1979.</p>
<p>O juiz, mais esperto:</p>
<p>– E quando foi que o senhor começou a trabalhar na empresa?</p>
<p>A testemunha demorou um pouquinho pensando, tempo suficiente para que todos caíssem no riso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Caso com o reclamante</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/02/08/caso-com-o-reclamante/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 20:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[testemunhas]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[bahia]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma das Juntas de Conciliação e Julgamento de Salvador (BA), o advogado da parte contrária impugnou uma testemunha sob o fundamento de que a mesma tinha um caso com o reclamante.
A juíza, então, perguntou à testemunha se era verdade.
Esta se indignou e respondeu ofendidíssima:
– Doutora, eu nunca tive um caso com esse homem, eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma das Juntas de Conciliação e Julgamento de <strong>Salvador (BA)</strong>, o advogado da parte contrária impugnou uma testemunha sob o fundamento de que a mesma tinha um caso com o reclamante.</p>
<p>A juíza, então, perguntou à testemunha se era verdade.</p>
<p>Esta se indignou e respondeu ofendidíssima:</p>
<p>– Doutora, eu nunca tive um caso com esse homem, eu apenas tive um filho com ele.</p>
<p><em>(Colaboração de Edlamar Cerqueira)</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Caseira caprichosa</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/02/06/caseira-caprichosa/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 20:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[testemunhas]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[inss]]></category>

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		<description><![CDATA[Corria uma audiência de ação declaratória contra o INSS, para comprovação de tempo de serviço rural em uma das varas da Seção Judiciária da Justiça Federal em Goiânia (GO):
Lá pelas tantas, o juiz perguntou à testemunha da autora da ação:
– A senhora via a autora trabalhando na fazenda?
– É&#8230; via&#8230; A gente chegava lá e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Corria uma audiência de ação declaratória contra o INSS, para comprovação de tempo de serviço rural em uma das varas da Seção Judiciária da Justiça Federal em <strong>Goiânia (GO)</strong>:</p>
<p>Lá pelas tantas, o juiz perguntou à testemunha da autora da ação:</p>
<p>– A senhora via a autora trabalhando na fazenda?</p>
<p>– É&#8230; via&#8230; A gente chegava lá e o serviço estava pronto.</p>
<p>– E como a senhora sabia que era a autora que tinha feito?</p>
<p>– Bom, a gente chegava na fazenda pra visitar e estava tudo arrumadinho: a louça lavada, as laranjas tinham sido colhidas, os porcos todos limpinhos&#8230; Alguém tinha feito o serviço. Deve ter sido ela!</p>
<p>Ninguém ouviu o resto da frase, porque todos começaram a rir: &#8220;porcos limpinhos&#8221; foi demais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Testemunha copular</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/02/05/testemunha-copular/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 19:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[testemunhas]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[processo criminal]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>
		<category><![CDATA[testemunha]]></category>

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		<description><![CDATA[Crimes sexuais normalmente não têm testemunhas. Às vezes têm, mas talvez fosse melhor que não tivessem&#8230;

Art. 240 (revogado): adultério
O juiz pergunta à testemunha de um adultério:
– Então o senhor estava na praia quando viu os dois copulando?
A testemunha arregalou os olhos e respondeu:
– Doutor, eu vi um cu pra cima e outro na areia&#8230;

Art. 230: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crimes sexuais normalmente não têm testemunhas. Às vezes têm, mas talvez fosse melhor que não tivessem&#8230;</p>
<hr size="2" width="100%" />
<h3>Art. 240 (revogado): adultério</h3>
<p>O juiz pergunta à testemunha de um adultério:</p>
<p>– Então o senhor estava na praia quando viu os dois copulando?</p>
<p>A testemunha arregalou os olhos e respondeu:</p>
<p>– Doutor, eu vi um c<font color="#ffffff">u</font> pra cima e outro na areia&#8230;</p>
<hr size="2" width="100%" />
<h3>Art. 230: estupro</h3>
<p>Certa feita, numa pequena cidade, em audiência de um crime de estupro, o juiz perguntou à testemunha, que era pessoa simples:</p>
<p>– O senhor viu a hora em que o acusado penetrou o órgão na vítima?</p>
<p>A testemunha parou, olhou pro juiz, sem entender bem, e respondeu:</p>
<p>– Doutor, este tar de orgo, eu não vi não, mas uma tamanha clarineta, ele penetrou sim!</p>
<p><em>(Colaboração de José Francisco das Chagas)</em></p>
<hr size="2" width="100%" />
<h3>Art. 217 (revogado): sedução</h3>
<p>Numa comarca do sul de Minas, num processo de sedução, estava sendo interrogada a testemunha de acusação, um senhor bastante idoso.</p>
<p>– O senhor viu a hora em que o acusado levou a vítima ao matagal?</p>
<p>– Sim, doutor, vi.</p>
<p>– E depois, o que aconteceu?</p>
<p>– Aí o acusado chegou lá no matinho, começou a beijar a moça&#8230;</p>
<p>– E o que mais o senhor viu?</p>
<p>– Vi o acusado e a moça tirando a roupa.</p>
<p>– E aí, depois de eles terem tirado as roupas, o que o acusado fez?</p>
<p>– Sei não, doutor, porque nesta idade que eu tou, estas coisas não são mais pra mim. Eu fui embora e não vortei mais não.</p>
<p><em>(Colaboração de José Francisco das Chagas)</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A testemunha sincera</title>
		<link>http://www.paginalegal.com/2008/02/04/a-testemunha-sincera/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 15:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[testemunhas]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[mentira]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Aconteceu em Caratinga (MG), durante a instrução de uma reclamação trabalhista, uma situação que vez por outra se reproduz nas salas de audiências, graças a uma peculiaridade do linguajar jurídico.
Já haviam sido ouvidas duas testemunhas do reclamante. Eram dois homens humildes que, para agradar o amigo, seguiram à risca as prévias instruções do advogado. Seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu em <strong>Caratinga (MG)</strong>, durante a instrução de uma reclamação trabalhista, uma situação que vez por outra se reproduz nas salas de audiências, graças a uma peculiaridade do linguajar jurídico.</p>
<p>Já haviam sido ouvidas duas testemunhas do reclamante. Eram dois homens humildes que, para agradar o amigo, seguiram à risca as prévias instruções do advogado. Seus depoimentos foram idênticos, perfeitamente unânimes em datas, jornadas de trabalho, horários para descanso e refeição e tudo o mais. Encerrados seus testemunhos, aguardavam a assinatura da ata, ao fundo da sala de audiências.</p>
<p>Por fim, a juíza, já irritada de ouvir tanta mentira, ao tomar o compromisso da terceira testemunha, uma mulher, disse-lhe já aos brados:</p>
<p>– A senhora fique sabendo que só pode me dizer a verdade, ouviu bem?</p>
<p>– Sim, senhora.</p>
<p>– Eu não vou tolerar mentira aqui, viu?</p>
<p>– S&#8230; s&#8230; sim senhora – murmurou, já desconfortada pelo indefectível temor reverencial.</p>
<p>– Se mentir pra juíza, já sai direto daqui pro xadrez!</p>
<p>– Han&#8230; raam&#8230;</p>
<p>– A senhora foi arrolada pelo reclamante, aquele senhor ali, e &#8230;</p>
<p>– Dá licença. Por ele, nunca não, senhora. Por aqueles dois ali, já sim, várias vezes&#8230;</p>
<p><em>(Colaboração de Gilberto Alves)</em></p>
]]></content:encoded>
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