A bunda do promotor
02/02/2008 às 11h51min | Paulo Gustavo | ministério público
O promotor de Justiça paraibano Valério Costa Bronzeado conta que, em certa audiência, uma magistrada e uma defensora pública discutiam sobre o duplo ato praticado em processo penal, quando um representante do Ministério Público adentrou o recinto.
Imediatamente indagado sobre a validade do duplo ato, o promotor opinou:
– O que abunda não vicia nem faz falta.
Mal chegou a concluir o seu raciocínio, foi interpelado pela juíza, irritada:
– Doutor promotor, não só mereço como exijo respeito!.
– Mas, doutora, não faltei com respeito – retrucou o promotor.
Feita a devida explicação, convenceu-se a juíza que confundira o verbo com o da região glútea.
E voltaram a conversar amistosamente.

