O advogado recebe no escritório um cliente preocupado com seu processo:
– Doutor, se eu perder este caso, estou arruinado!
– Já apresentamos a defesa e o processo está pronto para ser julgado. Tudo agora só depende do juiz – responde o advogado.
– Se eu der um presentinho ao juiz, ajudaria?
– Não! Este juiz é muito ético e consciente. Se você o der um presente, isto irá prejudicá-lo! Nem pense nisto!
Passado algum tempo, saiu a sentença, favorável ao cliente. Satisfeito, este agradeceu ao advogado:
– Obrigado pela dica sobre o presentinho, funcionou!
– Mas como? Se você tivesse enviado o presente, teríamos perdido a causa!
– Mas eu mandei o presente… E foi por isso que ganhamos a causa.
– Você está louco? Como?
– Dentro da caixa, coloquei um cartão de visitas do autor da ação.
No começo de junho, um sujeito chegou na agência dos correios com uma pilha de cartões do Dia dos Namorados.Pacientemente, borrifou perfume em cada um deles, assinou-os todos com “Adivinha quem é!”, colocou-os em envelopes já endereçados e se dirigiu até o guichê.
O funcionário percebeu que cada envelope era dirigido a uma mulher diferente e, intrigado, perguntou:
– Ué! Você tem tantas namoradas assim?
– Não! É que eu sou advogado, especialista em divórcios.