Ir direto ao conteúdo

Página Legal

O cotidiano jurídico com muito bom humor

Por Paulo Gustavo Sampaio Andrade, advogado.

Artigos com o marcador marketing

Marketing do divórcio – 3

01/09/2008 às 21h44min Paulo Gustavoadvogados

Criativo cartão de visitas para um escritório de advocacia localizado no Canadá:

Os publicitários canadenses são bem mais sutis que os dos Estados Unidos

(Fonte da imagem: blog Funtasticus. Sugestão de Rodrigo Chaves)

As advogadas do prazer

21/04/2008 às 9h21min Paulo Gustavoadvogados

Bem que a OAB vem alertando para a proliferação dos cursos jurídicos…

Encontrei aqui, aqui e aqui. Alguém pode confirmar se é verdade ou onde foi?

Atualização (em 18/07/2008): seguem algumas perguntas do leitor Alex Lima, muito pertinentes pra ficarem escondidas lá nos comentários:

  • Se um traficante de drogas for demitido sem receber as verbas rescisórias, será que as advogadas do prazer vão botar a boca no pau?
  • E as contadoras do prazer? Sabem fazer o balanço e tirar o líquido do bruto?
  • E administradoras de empresas do prazer? Será que vão abrir o negócio?

Seus problemas acabaram!

14/04/2008 às 8h20min Paulo Gustavoadvogados

Nos Estados Unidos, a publicidade dos serviços advocatícios não sofre tantas restrições como no Brasil, em que o Código de Ética e Disciplina da Advocacia exige “discrição e sobriedade”.

É por isso que um site como esse pode causar tanta estranheza para nós, brasileiros:

Traduções livres de alguns destaques:

“Seu advogado de indenizações… Aviões, trens e automóveis.”

“Ligue grátis: 0800-WOOD-ADV”

“Você sofreu um dano?… Ninguém dá bola? David Wood cuida do seu problema. Ligue já… Ele escuta… Ele entende… Ele resolve!!!”

Ao longo das páginas do site, o advogado informa – didaticamente, reconheça-se – os motivos pelos quais seus possíveis clientes devem procurar um advogado para buscar indenização pelos danos que sofreram – e por que devem escolhê-lo.

A foto do advogado pilotando seu avião particular, no Brasil, provavelmente encontraria problemas nos arts. 30 e 31 do Código de Ética, que exige “discrição quanto ao conteúdo” do anúncio e proíbe fotografias “incompatíveis com a sobriedade da advocacia”. Mas, no caso acima, o advogado justifica que, sendo piloto há 25 anos, conhece as razões técnicas das falhas de equipamentos tecnológicos – e, segundo suas próprias palavras: “as testemunhas ’sabichonas’ não irão me enganar!”.

A página em que o advogado relata, informalmente, alguns casos que passaram por suas mãos – dentre os quais um escorregão na água que pingava de um ar-condicionado – possivelmente estaria contrariando o art. 29, § 4º, do Estatuto da Advocacia, que veda a menção a relações de patrocínio que tenha exercido.

Realmente, a despeito do mérito da linguagem acessível aos leigos, uma propaganda como essas no Brasil seria impensável.

“Pensou que ninguém iria escutar? Eu escutei! E a primeira consulta não será cobrada…”

Marketing do divórcio 2

14/03/2008 às 15h54min Paulo Gustavoadvogados

Há alguns dias, mostramos aqui um anúncio, voltado para a clientela masculina, em que um escritório de advocacia canadense oferecia seus serviços de assessoria em processos de divórcio.

Muitos acharam que o reclame, apesar de criativo, era ofensivo e machista.

Bem, nos Estados Unidos, a publicidade na advocacia costuma usar menos sutilezas.

Veja só o anúncio de um escritório de uma banca de advogadas de Chicago, que supera o outro em agressividade, mas pelo menos é unissex

Tradução do texto: A vida é curta. Peça divórcio.
Tradução do texto: A vida é curta. Peça divórcio.

(mais…)

Marketing do divórcio

11/03/2008 às 12h01min Paulo Gustavoadvogados

Está se divorciando? É melhor procurar um bom escritório de advocacia.

Para os que não falam inglês, na placa do carro está escrito: ERA DELE.

Este anúncio foi produzido em 2001 para o escritório de advocacia Sanders, Lyn & Ragonetti Associates, que ficava em Ontário, Canadá. O publicitário Gordon Marshall ganhou até um prêmio pela sua criação.

Antes de pensar em algo parecido no Brasil, leia antes o Capítulo IV do Código de Ética e Disciplina da OAB