No banco dos réus
12/02/2008 às 17h29min | Paulo Gustavo | partes
O promotor de Justiça paraibano Valério Costa Bronzeado conta três causos em que o banco dos réus mais pareceu com o banco de Carlos Alberto da Nóbrega:
Assim que começa a audiência, o juiz pergunta ao acusado:
– Nome?
O réu dá uma olhadinha para o seu advogado e levanta-se afobadamente da cadeira:
– Fique sabendo o doutor que esta é primeira coisa que eu nego!
Num julgamento por furto numa loja de roupas, o juiz pergunta ao réu confesso:
– Por que o senhor fez isto? Não pensou na sua mulher e na sua filha?
– Pensei, sim, mas na loja só tinha roupa pra homens…
Um senhor de idade, logo após ser condenado a 90 anos de prisão por homicídio triplo, dirige-se ao juiz:
– Se o doutor me garantir que eu vivo tudo isso, eu quero essa pena!
