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O cotidiano jurídico com muito bom humor

Por Paulo Gustavo Sampaio Andrade, advogado.

Artigos com o marcador prova

A morte da defunta

10/02/2008 às 19h22min Paulo Gustavoestudantes

Questão de avaliação do 2º período da UNIG aplicada pelo professor Ronaldo Lessa, promotor em Itaperuna (RJ):

“Gertrudes, mulher violenta e geniosa, recebe notícia dando conta de que Carmelita, sua antiga desafeta, teria morrido e estaria à espera de sepultamento, no único cemitério da cidade.

Tomada de gáudio, Gertrudes resolve ir ver a finada, enquanto a família não chega para velá-la.

Na capela, encontra Carmelita dentro do caixão, já devidamente ornamentado.

O caixão de Carmelita
O caixão de Carmelita
Uma cólera assola Gertrudes, que se apossa da borboleta de vedação da urna funerária, para com ela golpear seguidas vezes a desafeta.

Para sua surpresa, Gertrudes ouve um gemido, oriundo de Carmelita.

Apavorada, resolve pedir ajuda, quando, então, o médico intensivista Chifroklênides, que estava na capela ao lado velando um amigo, vem em socorro, examinando Carmelita e constatando que, em verdade, a mesma estava sob estado de catalepsia (funções vitais reduzidas ao mínimo indispensável à manutenção do organismo, o bastante para permitir equivocado diagnóstico letal), portanto, viva, tendo, lamentavelmente, morrido em função dos golpes que llhe infligira Gertrudes.

Neste momento chega a família de Carmelita, chama a polícia, que prende Gertrudes.

Indaga-se: cometeu ela algum crime? Em caso positivo, qual? Como ficará sua situação jurídico-penal? (valor: 4 pontos)”

Resposta dada por um sapientíssimo aluno:

“A pobre coitada da Gertrudes não responderia por crime algum, pois borboleta não mata ninguém.”

(Foto: www.petbp.co.uk)

A pessoa jurídica

08/02/2008 às 19h27min Paulo Gustavoestudantes

Há muito tempo, numa turma do 1º ano da faculdade de Direito da PUC de Campinas (SP), o professor de Introdução ao Estudo do Direito resolveu fazer o último exame de forma oral, para ajudar os alunos que estavam “pendurados” na sua matéria.

A certa altura, perguntou a um aluno:

– O que é uma pessoa jurídica?

Depois de muito tempo pensando, o rapaz responde num lampejo:

– Como pude me esquecer professor, o senhor é uma pessoa jurídica, aliás a pessoa mais jurídica que eu conheço!

O professor, surpreso com tanta tolice, interfere:

– Não, meu filho, eu não sou uma pessoa jurídica!

– O que é isso professor, não seja modesto…

(Colaboração de Hermínia Prado Lopes)

Os prazos processuais

07/02/2008 às 19h33min Paulo Gustavoestudantes

Conta-se que, num exame oral, um bacharel em Direito foi interrogado acerca dos prazos do Código de Processo Civil:

– Qual o prazo para a contestação?

Não tendo estudado a matéria, respondeu:

– Vinte e quatro horas.

E assim prosseguiram as perguntas e as respostas…

– Qual o prazo para o mandado de segurança?

– Vinte e quatro horas.

– Qual o prazo para ingressar com uma ação rescisória?

– Vinte e quatro horas.

Irritado, o examinador parou:

– Você está reprovado! Como pode um bacharel não saber um prazo processual?

O bacharel, calmamente, respondeu:

– Eu posso não saber nenhum prazo, mas em compensação não perco nenhum!

Respostas de provas

06/02/2008 às 20h41min Paulo Gustavoestudantes

Prova de Direito Civil.

“O que são bens fungíveis?”

“São aqueles que se movem, que podem fugir, se não forem devidamente vigiados.”


Prova de Direito Penal numa faculdade de Direito no Estado de São Paulo.

“O que é injúria real?”

“É um crime já em desuso no Brasil, já que foi criado para proteger a família real portuguesa quando visitavam nosso país.”


Exame de ordem.

“O que é ordem de vocação hereditária?”

“É quando o filho segue a mesma profissão do pai, ou seja, filho de peixe, peixinho é.”

“O que é Fazenda Pública?”

“É uma propriedade agrícola do governo a que todos têm livre acesso.”

(Fonte: Folha de S.Paulo)


Prova na Itália.

“Defina casamento.”

“É a união entre duas ou mais pessoas.”

(Fonte: Folha de S.Paulo)