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O cotidiano jurídico com muito bom humor

Por Paulo Gustavo Sampaio Andrade, advogado.

Artigos com o marcador transporte

Bebex: mandou, chegou

24/06/2008 às 22h49min Paulo Gustavoleis esquisitas

Um fotógrafo bem-humorado da época celebrou a proibição.
Um fotógrafo bem-humorado da época celebrou a proibição.
Em 13 de junho de 1920, uma norma do Serviço Postal dos Estados Unidos proibiu que pessoas vivas fossem remetidas como encomendas pelos correios.

Quando o serviço de entrega de encomendas foi criado, em 1913, não havia restrições quanto aos objetos transportados.

Em 1914, uma mãe que morava em Stillwell, Indiana, perdeu para seu ex-marido a guarda de seu filho depois de um complicado divórcio. Remeteu a criança pelos correios para a casa do pai, a 40 quilômetros de distância, em South Bend. Embalou a criança num pacote, no qual escreveu: “Bebê vivo”. Pagou apenas 17 centavos de dólar pela remessa.

No mesmo ano, os pais de uma criança de quatro anos, chamada May Pierstroff, despacharam-na de Grangeville, Idaho, para seus avós, com selos postais grudados em sua roupa. A viagem custou 53 centavos de dólar, a mesma tarifa aplicável às galinhas.

Ambas as crianças chegaram ao destino sem avarias e dentro do prazo previsto.

Mesmo assim, os correios, sem maiores explicações, proibiram a “viagem social”.

A proibição poderia ser revista, já que na época não havia ainda espuma de isopor e plástico-bolha.
A proibição poderia ser revista, já que na época não havia ainda espuma de isopor e plástico-bolha.

(Baseado em colaboração de Sebastião Araújo Andrade. Fotos: Flickr e The Onion)

Hot dog a bordo

04/02/2008 às 17h43min Paulo Gustavoleis esquisitas

Em agosto de 2000, em Belém (PA), a Câmara Municipal Mirim (composta por crianças) propôs e a Câmara “de verdade” aprovou uma lei autorizando a venda, no interior dos transportes coletivos urbanos, de cachorro-quente, hot-dog e outros produtos, por vendedores autônomos.

A lei estabelecia que os vendedores de sanduíches teriam que usar jalecos e luvas descartáveis, além de obedecer a condições mínimas de higiene, estabelecidas pela Secretaria Municipal de Saúde, possuindo até mesmo lixeiras, para evitar que os restos dos sanduíches fossem jogados no chão ou nos bancos dos coletivos.

(Colaboração de Fernando Machado da Silva Lima)